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	<title>A23 Online</title>
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	<description>Reportagens, Opinião e Notícias de Portugal e do Mundo</description>
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		<title>SÓNAR 2012 – CONTINUA A SUA SENDA</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 20:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Depois do sucesso que foram as suas extensões na Cidade do Cabo, Tóquio e São Paulo, o Sónar &#8211; Festival Internacional de Música Avanzada y New Media Art de Barcelona chega à sua casa-mãe &#8211; Barcelona, de 14 a 16 de Junho de 2012 &#8211; onde continua a ser o festival mais apetecível. Este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/05/Sonar-2012-Barcelona.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-8736" title="Sonar-2012-Barcelona" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/05/Sonar-2012-Barcelona.jpg" alt="" width="460" height="224" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois do sucesso que foram as suas extensões na Cidade do Cabo, Tóquio e São Paulo, o Sónar &#8211; Festival Internacional de Música Avanzada y New Media Art de Barcelona chega à sua casa-mãe &#8211; Barcelona, de 14 a 16 de Junho de 2012 &#8211; onde continua a ser o festival mais apetecível.</p>
<p>Este ano, o festival aposta claramente em shows com uma destacada componente tecnológica especialmente pelo seu impacto visual muito para além de simples concertos. Assim se passa por ISAM, fascinante espectáculo de Amon Tobin baseado numa grande construção de cubos e em projecções que se servem da tecnologia do mapping em 3D; também os shows de grande formato de Deadmau5, com um impressionante jogo de luzes e a sua habitual máscara de rato; Squarepusher e o seu inovador uso de leds, presente tanto no seu cenário como no capacete que utiliza na sua actuação; e Modeselektor, acompanhados pelas projecções e as imagens do prestigiado colectivo berlinense Pfadfinderei.</p>
<p>Na mesma linha, mas em formato mais reduzido e programados para o Sónar by Day, destacam-se o Archimedes Show de Daedelus, com 24 espelhos que multiplicam no cenário a sua já por si colorida actuação, e a actuação de Diamond Version, o novo projecto dos alemães Alva Noto e Byetone, que juntamente com o artista japonês Atsuhiro Ito, se servem em directo de tubos fluorescentes modificados como fonte sonora e tocados como se fossem guitarras eléctricas muito amplificadas. Há a destacar também no Sónar by Day a simples proposta Brain Pulse Music de Masaki Batoh que cria sons em directo a partir de impulsos cerebrais, cujas frequências podem ser seguidas pelo publico através de várias telas; sendo-nos também impossível passar ao lado da segunda colaboração da equipa de audiovisuais berlinense Pfadfinderei, que se encarregam de tornar visíveis os processos de composição ao vivo do inédito grupo Mostly Robot, liderado por Jamie Lidell e Tim Exile que é apresentado pela Native Instruments.</p>
<p>Com um line-up composto por mais de 60 nomes, torna-se difícil destacar todos os que seria nosso desejo, mas não podemos deixar de falar da presença dos New Order, que pela primeira vez no Sonar, estes que foram uma das formações mais influentes na música das últimas décadas não necessitam de grandes apresentações. Em 1983, essa obra-prima do pop chamado &#8220;Blue Monday&#8221; ( o tema de dança mais vendido na história) lançou definitivamente ao estrelato um grupo capaz de inventar um discurso completamente próprio após o fim dos Joy Division. Em pouco tempo, os New Order tornaram-se num grupo de referência de pop electrónico internacional e uma das mais aclamadas forças criativas desde o início dos anos 80. E embora os anos se tenham passado, o grupo ainda se mantem em forma, como é demonstrado no devastador duplo álbum ao vivo &#8220;Live at the London Troxy&#8221;, publicado no final de 2011. Uma oportunidade muito especial para reviver mais de trinta anos de material impecável na companhia de uma banda absolutamente lendária.</p>
<p>Damos ainda destaque ao consagrado Laurent Garnier que apresenta o seu último projecto L.B.S. que combina o som em directo com a sua faceta Dj que poderá ser a cereja no topo do bolo na sala SonarPub. Esta sequência de letras com múltiplos significados (Laurent+Ben+Stephane, Live Booth Sessions, Loud Bass &amp; Samples) junta em palco o talento de três pesos pesados da electrónica de club francesa: o próprio Laurent Garnier, Benjamin Rippert e Stephane &#8220;Scan X&#8221; Dri. Juntos, L.B.S. levam ao máximo as possibilidades do directo e a improvisação nos pratos, teclados e todo um arsenal de hardware electrónico. No Sónar irão apresentar o novo EP de Garnier, &#8220;Timeless&#8221;, o tão esperado primeiro trabalho para o selo Ed Banger Records.</p>
<p>Muito mais haveria a dizer na infindável lista de artistas onde aparecem nomes como The Roots, Hot Chip, James Murphy, Lana Del Rey, Flying Lotus, Nicolas Jaar, Metronomy, Peaking Lights, Mouse on Mars, Kode9, John Talabot, Nina Kraviz, Jacques Greene, LA Vampires, Maria Minerva, DVA, Lapalux, Ital, Psilosamples, DJ Harvey, Ricardo Donoso, DJ Spinn &amp; DJ Rashad, Amon Tobin, Luciano, Squarepusher.</p>
<p>Como sempre, repartido entre o Sónar By Day, no Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (dedicado a &#8220;showcases&#8221; de editoras, projectos mais emergentes, obscuros ou experimentais, feiras de discos, exposições, etc., ao longo de tardes soalheiras em toada downtempo), e o Sónar By Night, na zona industrial da Cidade Condal, hangares colossais apinhados de corpos dançantes, ao som de nomes consagrados e muitos outros prestes a sê-lo, ou tentá-lo, sob hostilidades abertas até de madrugada.</p>
<p>Assim sendo, temos mil e uma razões para ir ao Sónar. E mais uma vez a A23 marcará presença no festival mais importante das novas tendências.</p>
<p>Miguel Carneiro &#8211; A23online</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/WEaF4Vi9sZ4?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Para mais informações e bilhetes visitem: www.sonar.es</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Novo livro de Fernando Paulouro Neves</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 17:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Crónica do País Relativo &#8211; Portugal, minha questão», do jornalistae escritor Fernando Paulouro Neves, vai ser lançado, dia 25 de maio, às 18:00,no salão nobre da Câmara Municipal de Castelo Branco. Apresentam a obra MárioSoares e o jornalista António Valdemar. «Crónica do País Relativo &#8211; Portugal, minha questão», volumeI, editado pela A23 edições, é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>«Crónica do País Relativo &#8211; Portugal, minha questão», do jornalistae escritor Fernando Paulouro Neves, vai ser lançado, dia 25 de maio, às 18:00,no salão nobre da Câmara Municipal de Castelo Branco. Apresentam a obra MárioSoares e o jornalista António Valdemar.</p>
<p>«Crónica do País Relativo &#8211; Portugal, minha questão», volumeI, editado pela A23 edições, é o novo livro de Fernando Paulouro Neves e reúneuma antologia de crónicas publicadas no “Jornal do Fundão”, nos últimos dezanos. O livro inclui mais de 300 crónicas publicadas pelo autor nos últimosanos.</p>
<p>No prefácio, assinado por Baptista Bastos, pode ler-se:&#8221;Fernando Paulouro é um dos grandes jornalistas portugueses, e o seu textoavulta como a associação perfeita do modelo clássico com a imagem devanguarda(&#8230;) e se há um jornalista que mereça a nossa confiança inabalável,esse é Fernando Paulouro. Num país que se move sob as mais atrozessuperstições, onde analfabetos irrecuperáveis são directores de Imprensa ouministros de todas as pastas, e no qual muitos «jornalistas» se transformaramem recoveiros do Poder, é sempre com júbilo e, amiúde, com emoção, que assistoà trajectória moral e rigorosamente profissional de Fernando Paulouro.</p>
<p>Fernando Paulouro Neves é natural do Fundão, onde nasceu em1947. Foi chefe de redacção do Jornal do Fundão e é, actualmente, seu Director.Tem colaboração diversa em jornais e revistas, prefaciou livros de ensaio,poesia e de ficção e participou em obras coletivas sobre questões da realidadetransfronteiriça, Pertenceu, por diversas vezes, à direcção do Sindicato dosJornalistas e ao Conselho Deontológico, animou debates e participou emconferências, fez parte da Comissão Organizadora das Jornadas da Beira Interiore da Raia Sem Fronteiras. Escreveu, com Daniel Reis, “A Guerra da Mina e osMineiros da Panasqueira”, é autor do texto dramático “O Foral: tantosRelatos/Tantas Perguntas”, e de um outro “Era uma vez Cerinéu…”. Encontra-serepresentado no volume “Identidades Fugidias”, coordenado pelo Prof. EduardoLourenço e na antologia “A Mãe na Poesia Portuguesa”, organizada por AlbanoMartins. Publicou o livro de ficção “Os fantasmas não fazem a barba” e &#8220;Amaterna casa da Poesia &#8211; sobre Eugenio de Andrade”.(ensaio) e recentemente oconto “Os Olhos do Medo”. Dirigiu e colaborou em variadíssimos Suplementosliterários, presidiu ao Teatro das Beiras. Desde 2012 faz parte dos corpossociais da fundação Manuel Cargaleiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mia Couto honrado e emocionado por receber Prémio Eduardo Lourenço 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 21:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mia Couto]]></category>

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		<description><![CDATA[O escritor moçambicano Mia Couto manifestou-se hoje honrado e comovido com a receção do Prémio Eduardo Lourenço 2011, no valor de 10 mil euros, atribuído pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), com sede na Guarda. &#8220;É uma grande honra para mim. Eu olho isto como qualquer coisa que é um desafio para continuar, para fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O escritor moçambicano Mia Couto manifestou-se hoje honrado e comovido com a receção do Prémio Eduardo Lourenço 2011, no valor de 10 mil euros, atribuído pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), com sede na Guarda.</p>
<p>&#8220;É uma grande honra para mim. Eu olho isto como qualquer coisa que é um desafio para continuar, para fazer mais&#8221;, declarou Mia Couto à agência Lusa no final da sessão solene de entrega da sétima edição do galardão, realizada na presença do patrono.</p>
<p>O galardoado também disse estar &#8220;muito comovido&#8221; com a distinção por reconhecer Eduardo Lourenço como &#8220;mestre do pensamento&#8221; e por não esperar ser distinguido.</p>
<p>&#8220;Em princípio, não era esperado que um autor que é africano, que não é português nem espanhol, produziu uma obra toda virada para uma outra preocupação, que não era esta do iberismo, fosse premiado&#8221;, justificou.</p>
<p>O prémio anual, instituído em 2004, que tem o nome do ensaísta Eduardo Lourenço, mentor e presidente honorífico do CEI, destina-se a galardoar personalidades ou instituições, portuguesas ou espanholas, &#8220;com intervenção relevante no âmbito da cooperação e da cultura ibérica&#8221;.</p>
<p>Desta vez, segundo o presidente do júri, João Gabriel Silva, reitor da Universidade de Coimbra, foi atribuído a Mia Couto que &#8220;alargou os horizontes da língua portuguesa e da cultura ibérica&#8221;.</p>
<p>O escritor e biólogo Mia Couto (António Emílio Leite Couto, de seu nome completo) nasceu na Beira, em 05 de julho de 1955.</p>
<p>Na sessão hoje realizada na sala de sessões da Assembleia Municipal da Guarda, Eduardo Lourenço afirmou que o distinguido é &#8220;um dos maiores escritores da língua portuguesa contemporânea&#8221;.</p>
<p>Referiu que o autor moçambicano é &#8220;um elo vivo de toda a tradição portuguesa e de todo o espaço da língua portuguesa&#8221; e &#8220;merece qualquer espécie de prémio&#8221;.</p>
<p>Eduardo Lourenço desejou que um dia, o premiado, &#8220;seja um dos autores de origem portuguesa tão universal como a sua própria obra, que já é hoje&#8221;.</p>
<p>Já o presidente da Câmara Municipal da Guarda, Joaquim Valente, afirmou que a atribuição do Prémio Eduardo Lourenço &#8220;a um dos maiores vultos da aventura lusófona honra o CEI&#8221; e a Guarda.</p>
<p>&#8220;Mia Couto é um escritor em estado de começo contínuo. É um dos narradores maiores da língua portuguesa&#8221;, afirmou José Manuel Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Escritores, que fez o elogio do homenageado.</p>
<p>Na mesma sessão também foram oradores João Gabriel e Silva, reitor da Universidade de Coimbra, e Noémia Domingues, vice-reitora da Universidade de Salamanca (Espanha).</p>
<p>O Prémio Eduardo Lourenço teve a sua primeira edição em 2004.</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/04/20120428-225811.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/04/20120428-225811.jpg" alt="20120428-225811.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
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		<title>Eduardo Lourenço preocupado com vaga de emigração que atinge os jovens</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 21:55:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ensaísta Eduardo Lourenço mostrou-se hoje preocupado com a nova vaga de emigração, que atinge particularmente os jovens, considerando que &#8220;defraudam, sem querer&#8221; o país onde se formaram. O pensador disse estar preocupado com o fenómeno &#8220;porque as pessoas formam-se&#8221; em Portugal e &#8220;em vez de contribuírem para a criatividade do país, nas diversas áreas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ensaísta Eduardo Lourenço mostrou-se hoje preocupado com a nova vaga de emigração, que atinge particularmente os jovens, considerando que &#8220;defraudam, sem querer&#8221; o país onde se formaram.</p>
<p>O pensador disse estar preocupado com o fenómeno &#8220;porque as pessoas formam-se&#8221; em Portugal e &#8220;em vez de contribuírem para a criatividade do país, nas diversas áreas, vão lá para fora, para países mais ricos e vão a ajudar ainda a riqueza desses países&#8221;.</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, na Guarda, à margem do lançamento do livro &#8220;Obras Completas de Eduardo Lourenço: I &#8211; Heterodoxias&#8221;, também reconheceu que aqueles que emigram &#8220;defraudam, sem querer, a energia cultural e a energia criadora&#8221; do país.</p>
<p>No entanto, Eduardo Lourenço que também vive no estrangeiro, em Vince (França), reconhece que &#8220;essas coisas são imperativas, não é culpa deles [dos que emigram]&#8220;.</p>
<p>Apontou que &#8220;uma pessoa quando está num país onde o mínimo de condições não lhes é assegurado vai procurar qualquer outra coisa longe&#8221; da pátria.</p>
<p>&#8220;Nós sempre emigrámos muito&#8221;, acrescentou, lembrando que na região beirã, de onde é natural, em 1964 assistiu-se a &#8220;uma fuga&#8221; de habitantes que procuraram melhor vida no estrangeiro.</p>
<p>Disse que naquela época &#8220;saiu quase um milhão de pessoas&#8221; do país &#8220;e isso ainda não aconteceu agora&#8221;.</p>
<p>Alertou que no século passado, quando ocorreu o grande fenómeno da emigração, os portugueses ainda não tinham conhecido a entrada na União Europeia, situação que compara à entrada numa &#8220;casa rica&#8221;.</p>
<p>Referiu que os portugueses estavam &#8220;convencidos&#8221; que tinham &#8220;uns anos longos de paz e de prosperidade e, de repente, o mundo entra em órbita e numa crise económica sem precedentes, desde há mais de 70 anos&#8221;.</p>
<p>Disse que &#8220;de repente, em três anos, começou esta coisa toda e a própria Europa está numa grande crise&#8221;.</p>
<p>Eduardo Lourenço disse ainda ter esperança que a atual crise seja ultrapassada a curto prazo.</p>
<p>&#8220;Esperemos que daqui a um ano, as coisas comecem a entrar numa certa normalidade, mas ninguém está certo&#8221;, vaticinou, apontando que até os países mais importantes da Europa &#8220;estão com problemas&#8221; económicos.</p>
<p>Sobre a forma como o governo de Pedro Passos Coelho tem enfrentado a crise, comentou que tem &#8220;feito tudo, obedientemente à &#8216;troika&#8217;&#8221; para que Portugal consiga &#8220;pagar pouco a pouco a dívida&#8221; que contraiu.</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/04/20120428-225528.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/04/20120428-225528.jpg" alt="20120428-225528.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
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		<title>Rodolfo Pimenta e Joana Torgal ganham Prémio Meo no Monstra 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 04:34:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O filme &#8220;Conservar&#8221; coordenado por Joana Torgal e Rodolfo Pimenta venceu o prémio Melhor Filme de Estudantes Português-prémio Meo do Monstra 2012, anunciou a organização do festival. O filme &#8220;Viagem a Cabo Verde&#8221; (José Miguel Ribeiro, Portugal, 17minutos e 15 segundos) foi considerado o Melhor Filme Internacional/Prémio do Público e o Melhor Filme Português Competição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filme &#8220;Conservar&#8221; coordenado por Joana Torgal e Rodolfo Pimenta venceu o prémio Melhor Filme de Estudantes Português-prémio Meo do Monstra 2012, anunciou a organização do festival.   O filme &#8220;Viagem a Cabo Verde&#8221; (José Miguel Ribeiro, Portugal, 17minutos e 15 segundos) foi considerado o Melhor Filme Internacional/Prémio do Público e o Melhor Filme Português Competição Internacional da Monstra.</p>
<p>No Festival realizado em Lisboa entre 19 e 25 deste mês, destacou-se também &#8220;O Sapateiro&#8221; (David Doutel, Vasco Sá, Portugal, 12 minutos), vencedor na categoria Melhor Filme Português, que foi distinguido com o prémio SPA/Prémio Vasco Granja.</p>
<p>Entre os filmes estrangeiros premiados, está &#8220;The Renter&#8221;, eleito como o Melhor Filme de Estudantes Internacional &#8211; Prémio Meo.</p>
<p>Os nomes dos vencedores no Festival de Animação de Lisboa 2012 foram divulgados no passado fim de semana, numa cerimónia realizada no cinema S.Jorge.</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120328-053418.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120328-053418.jpg" alt="20120328-053418.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
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		<title>Adriano Moreira reabriu o Tarrafal há 50 anos como ministro de Salazar</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 04:13:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O jornalista António Valdemar e o Fernando Filipe assinalam os 50 anos do início da Guerra Colonial na sala Carlos Paredes da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) com uma exposição documental, que inclui mapas, fotografias e livros, que ajudam a traçar o caminho deste conflito e a identificar os seus protagonistas principais. A exposição abre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista António Valdemar e o Fernando Filipe assinalam os 50 anos do início da Guerra Colonial na sala Carlos Paredes da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) com uma exposição documental, que inclui mapas, fotografias e livros, que ajudam a traçar o caminho deste conflito e a identificar os seus protagonistas principais.</p>
<p>A exposição abre com dois painéis sobre o Campo do Tarrafal, um sobre a sua criação, em abril de 1936, como colónia penal, e que encerrou em 1946, e, o outro, sobre a sua reabertura, como campo de reclusão dos independentistas africanos, em 1961.<br />
O “Campo da Morte Lenta”, como ficou conhecido, foi criado na sequência da guerra civil espanhola e como prevenção para evitar o seu alastramento a Portugal.<br />
O dispositivo legal, de 23 de abril de 1936, [Decreto-Lei n.º 26 539] determina que se trata de uma colónia penal destinada a cidadãos «desafetos do regime», que pelos seus antecedentes eram considerados perigosos e, por isso, devendo ser isolados em campos de concentração.<br />
O Campo do Tarrafal abriu as suas portas em 29 de outubro de 1936, para lá encerrar os sindicalistas do “18 de Janeiro” de 1934, os marinheiros da Organização Revolucionária da Armada (ORA), que tentaram a sublevação em 8 de setembro de 1936, assim como os anarco-sindicalistas da CGT e republicanos que conspiravam contra a Ditadura. Nesta primeira leva foram 152 pessoas.</p>
<p>Em 1946, vivia-se ainda a euforia do fim da Segunda Guerra Mundial e a derrota do nazi-fascismo, Salazar foi pressionado pelos aliados a realizar eleições, que anunciou «tão livres com as da livre Inglaterra», e a encerrar o campo de concentração do Tarrafal, o derradeiro a permanecer aberto.<br />
As eleições terminaram em farsa e o Tarrafal só encerrou em janeiro de 1954.<br />
Em 1961, com a eclosão da luta armada em Luanda, por determinação do então ministro do Ultramar, Adriano Moreira, a prisão foi reaberta, passando a designar-se de “Campo de Trabalho do Chão Bom”, e ficou destinada a receber os que em Angola, Guiné-Bissau e Moçambique lideravam os movimentos de libertação anticoloniais e independentistas.<br />
O Tarrafal fechou definitivamente no 1 de Maio de 1974, e os detidos enviados para os seus países, onde tiveram papel destacado na criação dos respetivos Estados.<br />
António Valdemar assinala em três dos painéis o papel de Adriano Moreira na manutenção do regime colonial, recordando o seu papel como subsecretário de Estado da Administração Ultramarina, entre 1960 e 1961, passando nesse ano a ministro do Ultramar, onde permaneceu em funções até 1963.</p>
<p>Nesse período, recusadas as propostas de Nehru para uma entrega negociada do que o regime denominava de Estado da Índia, deu-se, em dezembro de 1961, a anexação dos territórios de Goa, Damão e Diu.<br />
Houve a despromoção do general Vassalo e Silva e dos oficiais que depuseram armas para evitar a perda de vidas, houve o desencadear da luta armada em Angola, Guiné-Bissau e Moçambique, sem que o então ministro do Ultramar se desse conta da importância de encetar o diálogo político com os dirigentes dos movimentos de libertação. Pelo contrário, como ilustra um dos livros expostos, da sua autoria e editado pela Agência Geral do Ultramar, a ação destes movimentos é qualificada de «traição à Pátria».<br />
No envolvimento que procura dar ao visitante o tom é de rigor e sobriedade.<br />
A direção da SPA realça o trabalho de jornalista e historiador de António Valdemar e a organização do espaço, proporcionando ao visitante um visão rápida ou pormenorizada dos painéis, segundo a sua disponibilidade, concebida e cenografada por Fernando Filipe.</p>
<p>Texto de António Melo</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120328-051349.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120328-051349.jpg" alt="20120328-051349.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
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		<title>Há mar e mar&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 04:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Leal Salvado]]></category>
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		<description><![CDATA[Ficámos a saber esta semana que o Governo, no seguimento da sua febre liquidatária, estabeleceu já o prazo para a privatização total dos estaleiros navais de Viana do Castelo. Nem privatização parcial, nem parceria com privados. Simplesmente privatização total e rápida, com certeza a preços de saldo ou ainda pagando algum bónus aos caridosos privados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ficámos a saber esta semana que o Governo, no seguimento da sua febre liquidatária, estabeleceu já o prazo para a privatização total dos estaleiros navais de Viana do Castelo. Nem privatização parcial, nem parceria com privados. Simplesmente privatização total e rápida, com certeza a preços de saldo ou ainda pagando algum bónus aos caridosos privados que façam o favor de ficar com a empresa…</p>
<p>É estranho tudo isto acontecer sem uma palavra do Presidente da República. O tal Presidente da República que no seu discurso de 10 de Junho de 2010, gritava bem alto o desiderato português de “voltar ao Mar”. Menos estranho – dado que pouco ou nada resta do que foi dito antes de Junho de 2011 – mas igualmente curioso, é o facto de aqueles que hoje são Governo quererem proceder a tão rápida privatização dos estaleiros de Viana de Castelo quando, pasme-se, apontavam em campanha eleitoral o caminho do mar para a nova Era Dourada Portuguesa. Também por explicar nesta – mais uma – delapidação do património público, fica o facto de o Governo se recusar a gastar 3 milhões de euros na matéria-prima necessária para cumprir a encomenda do governo venezuelano de 100 e muitos milhões de euros…encomenda que será cumprida certamente pelos tais caridosos privados que façam o sacrifício de ficar com os estaleiros – será por isso a pressa na privatização?&#8230;</p>
<p>Mas na mesma semana que foi apresentada mais esta medida de excelente gestão do Governo, houve uma notícia que sendo paradoxal, não obteve o mesmo destaque informativo: a descoberta no Cais do Sodré em Lisboa de uma gigantesca rampa de lançamento de embarcações, datada do século XVI. Referiram os arqueólogos responsáveis pela escavação que esta estrutura fazia parte dos estaleiros que a Coroa portuguesa mandou construir ao largo da zona ribeirinha para através das embarcações ali construídas – do mar – pagar as contas do reino.</p>
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		<title>Festival de música da Beira Interior em Castelo Branco, Guarda e Abrantes</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 23:39:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Castelo Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de música da Beira Interior]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conservatório Regional de Castelo Branco e a Associação Cultural da Beira Interior abrem, no dia 24 de março, em Abrantes, a sétima edição do Festival de Música da Beira Interior, anunciou hoje a organização. O festival é organizado pela Scutvias, a empresa concessionária da autoestrada da Beira Interior, contando com seis concertos que vão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Conservatório Regional de Castelo Branco e a Associação Cultural da Beira Interior abrem, no dia 24 de março, em Abrantes, a sétima edição do Festival de Música da Beira Interior, anunciou hoje a organização.</p>
<p>O festival é organizado pela Scutvias, a empresa concessionária da autoestrada da Beira Interior, contando com seis concertos que vão ainda passar pelas cidades de Castelo Branco e da Guarda.</p>
<p>Os dois primeiros concertos acontecem no Cine Teatro de Abrantes, cidade que recebe pela primeira vez o evento.</p>
<p>&#8220;O festival vai permitir criar condições de intercâmbio para os jovens que promovem a cultura e a arte&#8221;, afirmou Maria do Céu Albuquerque, presidente da Câmara Municipal de Abrantes.</p>
<p>O Conservatório Regional de Castelo Branco pretende apresentar “músicas que ficaram na história, principalmente na vida cinematográfica&#8221;, explicou Ema Casteleira, a responsável da instituição.</p>
<p>O concerto dirigido pelo maestro Pedro Ladeira irá revisitar as bandas sonoras dos filmes &#8220;Tubarão&#8221;, &#8220;ET&#8221; ou &#8220;Guerra das Estrelas&#8221; e da série de televisão &#8220;Os Marretas&#8221;, entre outros.</p>
<p>O Coro Misto da Associação Cultural da Beira Interior, sedeado na Covilhã, apresentará fados clássicos, acompanhados por contrabaixo, guitarra portuguesa e guitarra clássica.</p>
<p>&#8220;É um coro clássico que vai pegar numa canção tradicional e tentar fazer uma obra ligeiramente diferente&#8221;, disse o maestro Luís Cipriano.</p>
<p>Segundo este responsável, o projeto tem alguns anos mas só agora obteve apoios para gravar, impulsionado pela classificação do fado como património imaterial da humanidade.</p>
<p>O Conservatório de São José da Guarda e a Academia de Música e Dança do Fundão atuam no 28 de abril no Cine Teatro Avenida de Castelo Branco, com o festival a terminar no 26 de maio no Teatro Municipal da Guarda, com o Conservatório da Covilhã e a Escola Superior de Artes Aplicadas, de Castelo Branco.</p>
<p>Para a Scutvias, a organização do festival é um esforço em tempo de crise, mas que a empresa pretende manter.</p>
<p>&#8220;Consideramos que o festival tem uma qualidade grande e a qualidade é importante na proximidade com as comunidades que servimos como concessionários e por isso vamos continuar&#8221;, disse Levi Ramalho, diretor geral da concessionária.</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120313-233857.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120313-233857.jpg" alt="20120313-233857.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
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		<title>Distrito de Castelo Branco com risco elevado de incêndio</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 23:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito de Castelo Branco com risco elevado de incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>

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		<description><![CDATA[Três concelhos de Portugal continental apresentam hoje risco &#8220;muito elevado&#8221; de incêndio, informou o Instituto de Meteorologia (IM). Com risco muito elevado de incêndio, o segundo mais grave de uma escala de cinco, estão os concelhos de Pampilhosa da Serra e Arganil (distrito de Coimbra) e Oleiros (Castelo Branco). Vinte e um concelhos do país [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Três concelhos de Portugal continental apresentam hoje risco &#8220;muito elevado&#8221; de incêndio, informou o Instituto de Meteorologia (IM). Com risco muito elevado de incêndio, o segundo mais grave de uma escala de cinco, estão os concelhos de Pampilhosa da Serra e Arganil (distrito de Coimbra) e Oleiros (Castelo Branco).</p>
<p>Vinte e um concelhos do país apresentam risco elevado de incêndio.</p>
<p>Desde as 00:00 de hoje, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) registou sete incêndios, um dos quais ainda em curso.</p>
<p>Na segunda-feira registaram-se 195 incêndios, combatidos por 1.510 elementos, apoiados por 427 veículos.</p>
<p>O risco de incêndio determinado pelo IM engloba cinco níveis, variando entre &#8220;reduzido&#8221; e &#8220;máximo”.</p>
<p>O seu cálculo é feito com base nos valores, observados às 13:00, da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.</p>
<p>A Protecção Civil ativou o alerta azul de incêndios florestais devido às previsões de tempo seco, com condições favoráveis à propagação de fogos.</p>
<p>Segundo a ANPC, o nível azul, o estado de alerta mais baixo de uma escala de quatro do sistema de operações e socorro prolonga-se até às 20:00 do dia 20 de março.</p>
<p>Face às previsões meteorológicas, a ANPC refere que é proibido fazer queimadas ou fogueiras, lançamento de foguetes e fumar ou fazer lume de qualquer tipo nos espaços florestais e vias que os circundem.</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120313-230557.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120313-230557.jpg" alt="20120313-230557.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
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		<title>Moradores e comerciantes contestam obras no Fundão</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 18:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal do Fundão]]></category>
		<category><![CDATA[Fundão]]></category>

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		<description><![CDATA[Os moradores da rua José da Cunha Taborda, no Fundão, estão descontentes com a intervenção que, no âmbito do programa Polis, está a ser efectuada naquela zona junto ao English Bar. Há dois dias que, no centro das obras, foram colocadas flores, no cimo da qual foi colocada uma cruz em madeira onde podia ler-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os moradores da rua José da Cunha Taborda, no Fundão, estão descontentes com a intervenção que, no âmbito do programa Polis, está a ser efectuada naquela zona junto ao English Bar. Há dois dias que, no centro das obras, foram colocadas flores, no cimo da qual foi colocada uma cruz em madeira onde podia ler-se &#8220;aqui jaz a Rua José da Cunha Taborda&#8221;. Também  os comerciantes colocaram autocolantes a criticar a câmara municipal. Os moradores consideram que as obras &#8220;estão a destruir a rua&#8221; que ali existia, a acabar com os lugares de estacionamento e com o comércio.</p>
<p>&#8220;Com estas obras, para conseguir estacionar o meu carro, terei que dar dezenas de voltas&#8221;, contou uma moradora, de 65 anos.</p>
<p>Os comerciantes também se queixam da situação. Uma proprietária de uma loja conta estar já a sofrer um decréscimo no número de clientes que já ascende a cerca de 70% e teme que no futuro as coisas piorem.  &#8220;As pessoas passam, não têm lugar para estacionar e vão comprar a outro lado&#8221;, explica a empresária.</p>
<p>No entanto, para outros cidadãos, estas obras são importantes. Maria do Sacramento, de 85 anos, considera que estas obras eram necessárias e vão dar mais segurança e conforto a quem se desloca por ali a pé. &#8220;Os antigos passeios e os carros eram autênticos obstáculos para quem se deslocava por ali a pé&#8221;, conta à A23.</p>
<p>Quem não se conforma são os comerciantes e os moradores  que estão a preparar um documento que entregarão na Câmara do Fundão.</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120311-190635.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120311-190635.jpg" alt="20120311-190635.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120311-190731.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2012/03/20120311-190731.jpg" alt="20120311-190731.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
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