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	<title>A23 Online &#187; Teatro</title>
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	<description>Reportagens, Opinião e Notícias de Portugal e do Mundo</description>
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		<title>Pedro Fiuza encena texto de José Carretas</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 12:06:16 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_8241" class="wp-caption alignnone" style="width: 526px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/07/Imagem37.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/07/Imagem37.png" alt="" title="Pedro Fiuza" width="460" height="600" class="size-full wp-image-8241" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Fiuza. Fotografia de Margarida Dias</p></div>Estreia hoje, quinta-feira, 14, nova peça encenada por Pedro Fiuza. O Poço, da autoria de José Carretas, é um espectáculo que tem como pano de fundo o suicídio no meio rural. Até 6 de agosto, às 20 horas. «Entre 1998 e 2008, no Baixo Alentejo, a média anual de suicídios foi de 53 casos. Na realidade, não se sabe muito bem quais serão as verdadeiras causas. Fala-se da solidão. Do desencanto. Do deixar de sentir-se útil socialmente. Da pobreza». </p>
<p>Texto: José Carretas Encenação: Pedro Fiuza Cenografia: Nuno Sanches Figurinos: Margarida Wellenkamp Música: Current 93 Desenho de Luz: Flávio Freitas Elenco: Anabela Nóbrega, Cristiana Castro, Mário Santos, Pedro </p>
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		<title>&#8220;Músculos&#8221; de Pedro Fiuza no  6.º festival de teatro de Alpedrinha</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 23:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O espectáculo Músculos, com encenação e dramaturgia de Pedro fiuza, é apresentado dia 12 de Novembro em Alpedrinha e é mais uma etapa do desenvolvimento deste projecto. O espectáculo assenta na energia da interpretação (cristiana), na força do actor. Pretende ser um compromisso absoluto com um lado mais marginal do mundo que, incrivelmente, se tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/11/Imagem37.png" alt="" title="Imagem37" width="460" height="730" class="alignnone size-full wp-image-7590" />O espectáculo Músculos, com encenação e dramaturgia de Pedro fiuza, é apresentado dia 12 de Novembro em Alpedrinha e é mais uma etapa do desenvolvimento deste projecto. O espectáculo assenta  na energia da interpretação (cristiana), na força do actor. Pretende ser um compromisso absoluto com um lado mais marginal do mundo que, incrivelmente, se tem tornado numa maioria silenciosa que vive no limiar da revolta e da aceitação, não se decide a agir. Músculos é um texto sobre uma mulher com a vida em ruptura completa com o mundo e consigo mesma. Uma mulher que parece estar talhada para o falhanço total. É um espectáculo que vive de fragilidades e ao mesmo tempo de coragem. Teatro limite e que joga na regra básica da sua própria definição, relação actor &#8211; público.</p>
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		<title>FIM DE CITAÇÃO um prólogo, um “lever de rideau”, uma advertência na Cornucópia</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 20:16:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7500" title="FIM DE CITAÇÃO um prólogo, um “lever de rideau”, uma advertência" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/10/Imagem20.png" alt="" width="460" height="333" /></p>
<p>A<strong> </strong><em>encenação</em><strong> </strong>é de<strong> Luis Miguel Cintra, </strong>o <em>cenário e figurinos</em> de<strong> Cristina Reis </strong>e o <em>desenho de luz</em> de <strong>Daniel Worm D’Assumpção</strong>. Nele intervêm como actores os dois actores que desde a fundação trabalham na Companhia, <strong>Luis Lima Barreto </strong>e <strong>Luis Miguel Cintra</strong>, e dois mais jovens actores que há já alguns anos integram o seu elenco: <strong>Dinis Gomes e Sofia Marques.<br />
</strong>Muitas vezes o teatro fala do teatro. E de muitas maneiras se pode falar dele. Nas duas peças que o Teatro da Cornucópia levará à cena esta temporada (<strong><em>A Cacatua Verde</em></strong> de Schnitzler e <strong><em>A Varanda </em></strong>de Jean Genet). O teatro é um tema entendido como mais que a mera construção de espectáculos. É com ironia e paixão que esses dois autores falam do teatro e o utilizam, entendendo-o como parte da vida e maneira de viver, transfiguração dos seres, ilusão, máscara, processo de revelação de verdades. A propósito desses dois textos o Teatro da Cornucópia elaborou com <strong><em>Fim de Citação</em></strong> um pequeno espectáculo construído a partir de citações de muitos grandes autores da literatura dramática e de citações da história da própria companhia, agora já com 37 anos de trabalho ininterrupto que resultaram já em 107 criações, e que é uma reflexão feita em modo de brincadeira sobre a própria natureza profunda do teatro e sobre o actor.<br />
Um pouco como os quadros em que o pintor se pinta a si próprio com o modelo a pintar no seu atelier, o espectáculo põe em cena 4 personagens de teatro: <em>um actor</em>, <em>um encenador</em>, <em>uma assistente de encenação</em> e <em>um contra-regra</em> durante o seu trabalho de ensaios. O seu diálogo é um conflito permanente e um chorrilho de teorias prontas a ser usadas. E também um debate sobre a realidade e a ilusão, sobre a natureza do trabalho teatral, um elogio do actor, e um retrato da sua fragilidade que no fundo se transforma no tema mais geral da dificuldade de viver. <strong><em>Fim de Citação</em></strong> é ainda um exercício de auto-crítica, uma brincadeira do Teatro da Cornucópia sobre si-próprio com a auto-ironia de que é capaz. Percorre os diferentes modos de fazer teatro e alude à sua missão política, tenta pôr-se em causa, expõe-se sem máscara mas mascarado perante o público, como reconhecerão aqueles que têm acompanhado o seu percurso. É um balanço para novo passo em frente.</p>
<p><strong>O espectáculo estará em cena no Teatro do Bairro Alto numa curta carreira de 18 de Novembro a 12 de Dezembro de 3ª a Sábado às 21.30h e Domingo às 16h.</strong></p>
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		<title>Morreu Mariana Rey Monteiro</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 21:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mariana Rey Monteiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Ricardo Paulouro &#8211; A atriz Mariana Rey Monteiro morreu hoje, aos 88 anos. Nascida em 1922, Mariana Rey Monteiro é filha da união de duas das mais importantes figuras do teatro português – Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro. Entrou no teatro pela mão dos pais, onde se estreou em Abril de 1946, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7463" title="Mariana Rey Monteiro" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/10/Imagem14.png" alt="Fotografia de Mariana Rey Monteiro" width="439" height="410" /></p>
<p>Por <strong>Ricardo Paulouro</strong> &#8211; A atriz <strong>Mariana Rey Monteiro</strong> morreu hoje, aos 88 anos. Nascida em 1922, Mariana Rey Monteiro é filha da união de duas das mais importantes figuras do teatro português – Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro. Entrou no teatro pela mão dos pais, onde se estreou em Abril de 1946, no Teatro Nacional, com um arranjo de Júlio Dantas sobre a “Tragédia de Sófocles”. A menina dos olhos cor de avelã conta um extenso percurso, ao longo do qual estudou enredos e ficções. Em 1964, com o fatídico incêndio que atingiu o Teatro Nacional D. Maria II, saiu da casa que a viu crescer mas a saudade alimentou sempre uma vida dedicada à representação.<br />
Valle Inclán, Tenessee Williams, Bernanos, Edward Albee foram alguns dos autores que trabalhou. Não menos importantes serão as participações no cinema, em filmes como: “Um Dia de Vida” (1962) de Augusto Fraga, “O Vestido Cor de Fogo” (1986) de Lauro António, “O Desejado ou as Montanhas da Lua” (1987) de Paulo Rocha. Sempre a assustou a “mecanização” de fazer teatro em televisão porque o teatro é uma coisa séria, digna de respeito. Quase diríamos, uma vida para mil palavras. Ou para muitas mais.</p>
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		<title>José Maria Vieira Mendes preside júri do Prémio ‘António José da Silva’ de 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 06:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[José Maria Vieira Mendes, primeiro vencedor do Prémio de dramaturgia ‘António José da Silva’, instituído em 2006, é o nome indicado pelo Instituto Camões (IC) para presidir ao júri da parte nacional da edição de 2010 deste concurso luso-brasileiro, realizado em parceria com a Fundação Nacional das Artes (Funarte) do Brasil. O júri nacional de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7313" class="wp-caption alignnone" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-7313" title="José Maria Vieira Mendes" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/09/Imagem11.png" alt="" width="420" height="642" /><p class="wp-caption-text">José Maria Vieira Mendes preside ao Prémio António José da Silva 2010</p></div>
<p>José Maria Vieira Mendes, primeiro vencedor do Prémio de dramaturgia ‘António José da Silva’, instituído em 2006, é o nome indicado pelo Instituto Camões (IC) para presidir ao júri da parte nacional da edição de 2010 deste concurso luso-brasileiro, realizado em parceria com a Fundação Nacional das Artes (Funarte) do Brasil.<span id="more-7311"></span></p>
<p>O júri nacional de selecção, em que são apurados os quatro textos dramatúrgicos concorrentes à fase final do Prémio (2ª fase), juntamente com quatro textos apurados pela parte brasileira, é ainda integrado pelos professores universitários José Louro (Universidade do Algarve) e Anabela Mendes (Faculdade de Letras de Lisboa), indicados, respectivamente, pela Direcção-Geral das Artes (DGA) e pelo Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII), entidades que também são parceiras do concurso. No Brasil, a comissão de selecção é toda ela indicada pela Funarte.</p>
<p>A actriz e encenadora Ana Nave foi indicada pelo TNDMII para integrar a parte portuguesa do júri na 2ª fase do Prémio, em substituição de Anabela Mendes, quando esta se juntar à sua contraparte brasileira, para escolher o vencedor final, o que ocorrerá em Dezembro próximo.</p>
<p>Segundo o regulamento do Prémio, ao IC cabe designar o presidente do júri nacional de selecção, tendo a escolha recaído sobre José Maria Vieira Mendes, que foi o vencedor da 1ª edição do Prémio, em 2007, com a peça A Minha Mulher, posta em cena pelo TNDMII com encenação de Solveig Nordlund.</p>
<p>A 2ª edição, em 2008, foi ganha por Fábio Mendes (Brasil), com o texto The Cachorro Manco Show, e a 3ª edição, em 2009, pelo dramaturgo português Abel Neves, com a peça Jardim Suspenso.</p>
<p>O Prémio Luso-Brasileiro de dramaturgia ‘António José da Silva’ tem o valor monetário de 15.000€. A atribuição do Prémio implica, ainda, a edição da obra premiada em Portugal e no Brasil, sendo esta iniciativa da competência do IC e da Funarte. O texto vencedor será representado em Portugal e no Brasil, numa parceria estabelecida entre a Funarte, DGA e TNDMII.</p>
<p>O regulamento estabelece que os oito textos apurados na 1ª fase são apreciados numa 2ª fase por um júri comum aos dois países que determinará o vencedor. A reunião deste júri, que é presidido alternadamente por um brasileiro e por um português com direito a voto de qualidade (em caso de empate), tem tido lugar por meio de videoconferência realizada entre Portugal e o Brasil. Na edição de 2010, o presidente do júri é indicado pelo Brasil.</p>
<p>Criado no âmbito de um protocolo de parceria entre as diversas entidades envolvidas, o prémio pretende «incentivar a escrita dramática em todos os seus géneros (teatro para adultos, teatro para a infância e juventude, etc.) e o aparecimento de novos dramaturgos de língua portuguesa, reforçando as parcerias de desenvolvimento e cooperação cultural entre Portugal e o Brasil».</p>
<p>Curricula Júri</p>
<p>José Maria Vieira Mendes</p>
<p>Nascido em 1976, José Maria Vieira Mendes dedica-se à escrita e à tradução para teatro. Escreveu “Dois Homens”, “Morrer”, “Crime e Castigo”, “Lá Ao Fundo o Rio e Chão”, “T1”, “Duas Páginas”(2007), “O Avarento ou A Última Festa – Comédia em Cinco Actos” (2007) ou as peças curtas “Proposta Concreta” (2005), “Intervalo” (2006) e “Domingo” (2007). Traduziu “À Esperade Godot” de Samuel Beckett, três peças curtas de Duncan McLean (com Clara Riso), “Vai Vir Alguém” de Jon Fosse (com Solveig Nordlund), “Comemoração” de Harold Pinter e “Filoctetes” de Heiner Muller, sendo um dos responsáveis pela nova edição portuguesa do Teatro de Bertolt Brecht nos Livros Cotovia. O seu trabalho no teatro está desde sempre e de vários modos ligado aos Artistas Unidos e também, mais recentemente, ao Teatro Praga. Em 2000, frequentou a International Summer Residency do Royal Court Theatre de Londres e esteve, em 2005, em Berlim, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi distinguido com o Prémio Revelação Ribeiro da Fonte 2000 do Instituto Português das Artes do Espectáculo, Prémio ACARTE/Maria Madalena Azeredo Perdigão 2000 da Fundação Calouste Gulbenkian, Prémio Casa da Imprensa de 2005 para a área de Teatro, e Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva 2006, pela peça “A Minha Mulher”. A sua obra, mais especificamente a peça “T1”, foi traduzida para inglês, francês, italiano, espanhol, polaco, norueguês e alemão. “A Minha Mulher” conhece tradução em inglês, sueco, francês, eslovaco e italiano. Obras suas foram já representadas, recentemente, na Alemanha (Berlim) e na Suécia (Estocolmo). Algumas das suas peças encontram-se publicadas na colecção Livrinhos de Teatro dos Artistas Unidos/Livros Cotovia, casos de “T1”, “Se o mundo não fosse assim”, “A minha mulher” e  “Onde vamos morar”.</p>
<p>José Louro</p>
<p>Pedagogo e professor universitário</p>
<p>Anabela Mendes</p>
<p>Anabela Mendes (1951) é germanista e professora doutorada do Departamento de Estudos Germanísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Integra a equipa de investigadores do Centro de Investigação de Comunicação e Cultura (CECC) da Universidade Católica Portuguesa. Investiga e lecciona sobre Literatura de Expressão Alemã (séc. XVII até à contemporaneidade), Cultura Alemã, Estética e Filosofia da Arte, Literatura de Viagens, Ciência e Literatura, Teoria e Estética do Teatro, Sociologia das Artes do Espectáculo. Participa regularmente em colóquios nacionais e internacionais, tendo co-organizado ou organizado, entre 2005 e 2010, diversos encontros científicos em Lisboa, Berlim e Goa. Mantém actividade regular na área da tradução e escrita para teatro, dramaturgia e encenação.</p>
<p>Ana Nave</p>
<p>Nasceu em Almada a 9 de Setembro de 1967. Tem dividido a sua actividade entre o teatro, o cinema e a televisão. Assinou recentemente a encenação de “Harpen Regan” (2009) de Simon Stephens, no Teatro Nacional D. Maria II</p>
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		<title>II Festival Erótico Medieval a decorrer em Gaia</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 11:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[II Festival Erótico Medieval de Gaia :Lealdade]]></category>
		<category><![CDATA[servidão]]></category>
		<category><![CDATA[tortura e prazer este fim de semana liberta-se o desejo escondido em 1000 anos de história]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine um cenário medieval. Uma encenação em grande escala animada por trovadores, donzelas e saltimbancos. Damas que se passeiam a cavalo, cuspidores de fogo e bancas de mercadores. Só que em vez do lado negro da História, este festival mostra o lado erótico &#8211; Com criatividade e uma atenção especial às mulheres. Na 1ª edição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7156" title="II Festival Erótico Medieval de Gaia " src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/07/IMG_26451.jpg" alt="" width="460" height="307" /></p>
<p>Imagine um cenário medieval. Uma encenação em grande escala animada por trovadores, donzelas e saltimbancos. Damas que se passeiam a cavalo, cuspidores de fogo e bancas de <em>mercadores. Só que em vez do lado negro da História, este festival mostra o lado erótico &#8211; Com criatividade e uma atenção especial às mulheres.<span id="more-7155"></span></em></p>
<p>Na 1ª edição do FEM estiveram presentes 500 figurantes, 67 expositores de 5 países e mais de 30 mil visitantes. Este ano The Lingerie Restaurant promete ainda mais surpresas. Entre elas, Bastet cabeleira, a rainha do palco.</p>
<p>Depois do sucesso da 1ª edição, com mais de 30 mil visitantes, o The Lingerie Restaurant volta a presentear-nos com o II Festival Erótico Medieval, em Vila Nova de Gaia de 8 a 11 de Julho. O berço do evento é Carvalhos, que será animado pelos pregões dos almocreves e dos jograis, pela melodia dos trovadores, pela vivacidade dos saltimbancos e pelas inesperadas lutas de varapaus.<img class="alignnone size-full wp-image-7157" title="IMG_4825_PR[1]" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/07/IMG_4825_PR1.jpg" alt="" width="460" height="307" /></p>
<p>Na idade média as mulheres eram sinónimo de malícia e pecado. Quer as damas que demoravam horas a embelezar-se, com aias que lhes espartilhavam o peito, quer as camponesas que trabalhavam para o seu amo, serviam a família e conviviam com as amantes dos seus homens. Neste festival as mulheres continuam a ser uma tentação, mas já não são tabu. E desta vez são elas as servidas pelos trovadores, artesãos e cuspidores de fogo que chegaram para animar a festa.</p>
<p>Luís de Almeida, promotor do festival e proprietário da rede The Lingerie Restaurant, assegurou que <strong>“foi o melhor festival erótico do ano passado e, este ano, terá especial atenção ao público feminino e aos casais.”</strong></p>
<p>A sua visão é dar à sensualidade o lugar que merece e encarar o prazer com naturalidade. &#8220;Somos um povo envergonhado porque ainda pensamos muito no que os outros pensam e dizem. Mas tenho notado uma grande evolução e estes eventos ajudam imenso&#8221;.</p>
<p>O festival está organizado por 4 zonas: A <strong>Área Mercantil</strong> com mercadores e artesãos a trabalhar ao vivo; o <strong>Picadeiro</strong> com torneios a cavalo, lutas na lama e gladiadores; a <strong>Área Gastronómica</strong> onde abunda o porco no espeto e o pão rústico, sangria, doces, compotas e mel; e a <strong>Área de Espectáculos</strong> com striptease, shows lésbicos, transfor-mismo, BDSM e o especial destaque para o Museu Medieval e para a presença das estrelas Sónia Baby, Pin UP, Ama Monika e Sheila.</p>
<p>Todos os dias há uma novidade quente como a rainha Bastet Cabeleira que preside o festival, o workshop para casais com Vânia Beliz e, no último dia em directo para elas, o 1º Concurso Internacional de Strip Masculino.</p>
<p>Bilhetes à venda na Loja Bliss, Livraria Bulhosa, Worten, C.C. Dolce Vita e El Corte Inglés em Lisboa e Gaia; (em lojas e on line); no site <a href="http://www.ticketline.pt/">www.ticketline.pt</a> e no Local do Festival. (Single: 15€  / Casal: 20€ / 3 dias: 30€; workshop 25€ com acesso ao Festival Erótico nos dias 8 ou 9 de Julho (sala privada The Lingerie Restaurant)</p>
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		<title>As Muralhas de Elsinore – o outro lado de Hamlet.</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 23:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto de Teresa Filipe Lopes &#8211; É a estreia dos “Diz Teresa Cinzenta”, uma companhia de teatro formada por 8 jovens actores. Jovens, mas só fora de palco. para lá do pano revelou-se uma obra de mestres que foi aplaudida de pé. Porque valeu a pena. porque estamos aqui, e no minuto seguinte… Texto: Teresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6952" title="A23" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/06/Imagem4.png" alt="" width="460" height="333" />Texto de Teresa Filipe Lopes &#8211; É a estreia dos “Diz Teresa Cinzenta”, uma companhia de teatro formada por 8 jovens actores. Jovens, mas só fora de palco. para lá do pano revelou-se uma obra de mestres que foi aplaudida de pé. Porque valeu a pena. porque estamos aqui, e no minuto seguinte…<span id="more-6951"></span></p>
<p>Texto: <strong>Teresa Filipe Lopes</strong> | Fotos: <strong>Orlando J Rebelo</strong></p>
<p>Escolhemos uma 5ª feira por ser a noite em que aparece menos gente. Ao fim de dez minutos de Jazz em frente à cortina vermelha constatei que “pouca gente” era mais de metade da sala. Estava curiosa por ver a tragédia de <strong>Shakespeare</strong> sob a perspectiva de quem nunca sai das muralhas do castelo.</p>
<p>O palco está ao nível do chão como se todos estivéssemos nele. O que não foge à verdade. É uma peça que também nos mostra, também nos conta.</p>
<p>À entrada foi-nos indicado que só seriam permitidas fotos nos primeiros dez minutos de espectáculo. Nesse momento tive a sensação de estar prestes a assistir a uma experiência intensa. E estava certa.</p>
<p>As luzes apagaram-se e do silêncio surgiu um canto hipnótico, iluminado por uma vela suspensa numa gaiola. Vera Feu e Marco Medeiros são a voz e a alma enigmática da peça. Com o crescendo da luz desenvolve-se todo um ambiente que nos envolve mais a cada acto. Graças à criatividade da cenografia, à encenação, ao figurino e a um corpo de actores que tomou a plateia de assalto. “Quem está aí?”</p>
<p>Francisco e Bernardo abrem a acção. Dois guardas cuja rotina os torna invisíveis aos olhos de quem passa, e que tomam contacto com os sonhos que todos os dias deixam por cumprir. Rodrigo Saraiva e Romeu Vala encarnam os dois personagens que nos prendem do princípio ao fim da peça.</p>
<p>Rodrigo foi uma verdadeira surpresa para mim. Não tinha expectativa acerca da prestação de ninguém em particular, mas estava habituada a vê-lo na televisão, em programas juvenis. Vê-lo ali foi ver um homem feito tomar conta do palco.</p>
<p>A história é colorida pela aparição de personagens ricos e disruptivos que nos arrancam suspiros ou gargalhadas com a mesma facilidade. A prestação de Laura Galvão e Alexandre Carvalho são bons exemplos dessa entrega.</p>
<p>Fico tentada a contar toda a história. Mas não seria justo nem suficiente. É preciso ir ver, sentir e tirar o chapéu perante toda a companhia. Em especial a Hugo Barreiros que, de pena leve, nos pergunta de que vale a vida se não for vivida, de facto.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>As Muralhas de Elsinore</strong></p>
<p><strong>de 5ª a sábado às 21H30, de 30 Maio a 12 de Junho</strong></p>
<p><strong>Em cena no Teatro Independente de Oeiras </strong></p>
<p><strong>www.dizteresacinzenta.com</strong></p>
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		<title>&#8220;O que faz falta&#8221;: Um Hino à Liberdade no Teatro Villaret</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 11:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estreia hoje, no Teatro Villaret, &#8220;O que faz falta&#8221;, com encenação de Claudio Hochman. O espectáculo marca o início de uma nova programação para aquela que é uma das salas mais emblemáticas de Lisboa. “O Que Faz Falta” conta a história da revolta do povo de Fuenteovejuna contra um comendador déspota e violador. Esta é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/03/Imagem8.png" alt="" title="&quot;O que faz falta&quot;" width="460" height="320" class="alignnone size-full wp-image-5888" />Estreia hoje, no Teatro Villaret, &#8220;O que faz falta&#8221;, com encenação de Claudio Hochman. O espectáculo marca o início de uma nova programação para aquela que é uma das salas mais emblemáticas de Lisboa.<br />
“O Que Faz Falta” conta a história da revolta do povo de Fuenteovejuna contra um comendador déspota e violador. Esta é a essência da história que Lope de Vega escreveu, uma história escrita no início do séc.XVII. Integramos as músicas de Chico Buarque de forma a sublinhar, agora numa leitura dos anos 60 e 70, um testemunho mais próximo de nós, da luta contra a prepotência e a ditadura. Tal como em 1600 o povo de Fuenteovejuna se revoltou contra o comendador, tal como nos anos 60 e 70 Chico Buarque lutou contra a ditadura, queremos que hoje cada um de nós tenha consciência do que faz falta para inventar um outro tempo.<br />
&#8220;O Que Faz Falta&#8221; é o primeiro espectáculo de um novo projecto que está a ser  desenvolvido no Teatro Villaret, é um musical com canções de Chico Buarque, a partir da Fuenteovejuna de Lope de Vega e conta com um elenco de 11 actores e músicos portugueses e brasileiros. Este espectáculo propõe provocar uma reflexão em português sobre as múltiplas formas de se sair da crise e inventar um outro futuro. </p>
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		<title>Num Dia Igual aos Outros</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 21:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sobe ao palco no dia 11, na Sala Estúdio do TNDM II, e é a estreia da obra do dramaturgo americano John Kolvenbach nos palcos portugueses. Encenada por Marco Martins, a peça não poderia ser melhor interpretada por Gonçalo Waddington e Nuno Lopes. Dois irmãos, separados abruptamente na adolescência, reencontram-se após 15 anos e descobrem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5733" title="A23 / TNDM II" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/03/Picture-4.png" alt="" width="303" height="207" /></p>
<p>Sobe ao palco no dia 11, na Sala Estúdio do TNDM II, e é a estreia da obra do dramaturgo americano John Kolvenbach nos palcos portugueses. Encenada por Marco Martins, a peça não poderia ser melhor interpretada por Gonçalo Waddington e Nuno Lopes. Dois irmãos, separados abruptamente na adolescência, reencontram-se após 15 anos e descobrem a verdade sobre o seu passado.<br />
No espaço fechado de uma divisão, entregam-se a uma viagem sobre as suas vidas, onde recordam uma história negra sobre o misterioso desaparecimento do pai. John Kolvenbach assina este drama psicológico onde se traça o retrato de uma família disfuncional à procura da redenção.<br />
Para o encenador Marco Martins, o desejo de encenar esta peça é antigo, tendo mesmo chegado a inserir um excerto da peça no filme &#8220;Alice&#8221;. Esta história psicologicamente forte sobre um passado de abandono e isolamento é agora levada à cena numa tradução do encenador com os actores e com Miguel Castro Caldas.</p>
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		<title>Teatro Reflexo estreia hoje em Sintra &#8220;Cock Tale &#8211; A Série&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 04:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Teatro Reflexo estreia esta sexta-feira a sua mais recente produção "Cock Tale - A Série". Um projecto que, segundo o criador da ideia, Michel Simeão, pode ser caracterizado como "Humor de Alto Risco", por permitir aos actores um considerável espaço para o improviso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5263" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><img class="size-full wp-image-5263" title="Screen shot 2010-02-05 at 04.29.40" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/02/Screen-shot-2010-02-05-at-04.29.40.png" alt="" width="450" height="299" /><p class="wp-caption-text">&#39;Cock Tale&#39; estreia esta sexta-feira no Espaço Reflexo em Sintra.</p></div>
<p>O <a title="Teatro Reflexo" href="http://www.teatro-reflexo.com/" target="_blank">Teatro Reflexo</a> estreia esta sexta-feira a sua mais recente produção <span style="color: #ff99cc;"><strong>&#8220;Cock Tale &#8211; A Série&#8221;</strong></span>. Um projecto que, segundo o criador da ideia, Michel Simeão, pode ser caracterizado como &#8220;Humor de Alto Risco&#8221;, por permitir aos actores um considerável espaço para o improviso.</p>
<p>Depois do inovador espectáculo “Crime na Casa Museu”, o Teatro Reflexo leva a cena um desafio ainda maior, “Cock Tale – A Série”</p>
<p>Um projecto singular num formato de série teatral, que dá vida a uma história que se conta por episódios. Uma série em que cada episódio tem princípio e fim, estando inserido num contexto de uma história global, onde existe uma evolução das personagens e continuidade da trama.<span id="more-5262"></span></p>
<p>Todo este conceito tem ainda mais uma particularidade. Os actores (Lavínia Roseiro, Margarida Moreira, Marta Osiecka e Michel Simeão) sobem a palco sem nunca terem ensaiado e sem encenação, ou seja, decoram os textos e a acção, e depois testam em cena pela primeira vez já com o público à frente, daí o projecto ser caracterizado como: Humor de Alto Risco, deixando aos actores um considerável espaço para o improviso.</p>
<p>O ponto de partida da série é o final do espectáculo “Cock Tale”, uma invulgar peça de teatro em formato de sitcom que o Reflexo estreou em 2006 e que tinha como premissa usar e abusar de clichés e estereótipos utilizados no género, impregnando-o com uma forte carga religiosa e  sexual. Esta vertiginosa viagem à década de 80, que decorria durante mais de 2 horas sem intervalo, teve um considerável impacto no público que consecutivamente pediu por reposições. Foi então que surgiu a ideia de dar continuidade em vez de repetir.</p>
<p>Todos os meses estreia um novo episódio. Cada episódio repete todas as Sextas-Feiras no <a title="Espaço Reflexo" href="http://www.myspace.com/espacoreflexo" target="_blank">Espaço Reflexo</a> em Sintra.</p>
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