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	<title>A23 Online &#187; Música</title>
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	<description>Reportagens, Opinião e Notícias de Portugal e do Mundo</description>
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		<title>Uma tarde de Fado vadio na Graça (Com som- A23 Rádio)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 18:03:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As tardes de Fado vadio na Graça by A23 Rádio No dia que s3 começa a discutir a candidatura do fado a Património da humanidade, a A23 foi espreitar uma das tascas míticas, onde se canta o fado vadio, na Graça em Lisboa O fado, a música típica do país, pode ser declarado Patrimônio Imaterial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object height="81" width="100%"><param name="movie" value="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F28693041"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> <embed allowscriptaccess="always" height="81" src="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F28693041" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"></embed></object>  <span><a href="http://soundcloud.com/a23-r-dio/o-fado-va">As tardes de Fado vadio na Graça</a> by <a href="http://soundcloud.com/a23-r-dio">A23 Rádio</a></span><br />
No dia que s3 começa  a discutir a candidatura do fado a Património da humanidade, a A23 foi espreitar uma das tascas míticas, onde se canta o fado vadio, na Graça em Lisboa O fado, a música típica do país, pode ser declarado Patrimônio Imaterial da Humanidade. A candidatura será analisada pelo VI Comitê Inter-Governamental da Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura), que começa nesta terça-feira em Bali, na Indonésia. <a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/11/Picture-12.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/11/Picture-12.png" alt="" title="O jaime" width="595" height="470" class="alignnone size-full wp-image-8476" /></a></p>
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		<title>Mão Morta ao vivo em Castelo Branco</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 07:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os bracarenses Mão Morta apresentam este sábado, dia 15, às 21:30, no Cine Teatro Avenida, em Castelo Branco, a digressão &#8220;Pelux in Motion&#8221;, um espetáculo &#8220;novo e cru&#8221; com um alinhamento que mistura temas mais antigos com outros mais recentes. A banda, que comemorou 25 anos de carreira em 2010, anunciou tratar-se de &#8220;um espetáculo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os bracarenses Mão Morta apresentam este sábado, dia 15, às 21:30, no Cine Teatro Avenida, em Castelo Branco, a digressão &#8220;Pelux in Motion&#8221;,  um espetáculo &#8220;novo e cru&#8221; com um alinhamento que mistura temas mais antigos com outros mais recentes.</p>
<p>A banda, que comemorou 25 anos de carreira em 2010, anunciou tratar-se de &#8220;um espetáculo novo e cru, desprovido de efeitos, e com um alinhamento que vai recuperar temas já guardados para os cruzar com outros mais recentes&#8221;.</p>
<p>O último álbum de originais dos Mão Morta &#8220;Pesadelo em peluche&#8221;, lançado em abril do ano passado, reúne 12 temas, com letras de Adolfo Luxúria Canibal, em torno do texto &#8220;A feira de atrocidades&#8221;, do escritor J.G. Ballard.<br />
Os bilhetes custam dez euros, com desconto de 20 por cento, para menores de 25, maiores de 65, estudantes e portadores do Cartão Bertrand.</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/10/20111014-083350.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/10/20111014-083350.jpg" alt="20111014-083350.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F25623695&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=ff7700"></iframe></p>
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		<title>Jazz em Agosto na Gulbenkian</title>
		<link>http://www.a23online.com/2011/08/12/jazz-em-agosto-comeca-hoje-na-gulbenkian/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 07:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jazz em Agosto]]></category>

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		<description><![CDATA[O festival Jazz em Agosto continua este fim-de-semana na Fundação Calouste Gulbenkian, o seu espaço anfitrião. A 28ª edição do Festival começou com a actuação a solo do pianista Cecil Taylor no Anfiteatro ao Ar Livre da Fundação. No sábado, o festival recebe a saxofonista alemã Ingrid Laubrock, que traz consigo o quinteto Anti-House. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/08/Imagem27.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/08/Imagem27.png" alt="" title="Cecil taylor" width="428" height="322" class="alignnone size-full wp-image-8318" /></a>O festival Jazz em Agosto continua este fim-de-semana na Fundação Calouste Gulbenkian, o seu espaço anfitrião. A 28ª edição do Festival começou com a actuação a solo do pianista Cecil Taylor no Anfiteatro ao Ar Livre da Fundação.<br />
No sábado, o festival recebe a saxofonista alemã Ingrid Laubrock, que traz consigo o quinteto Anti-House. O concerto do trompetista Wadada Leo Smith com o grupo Organic encerra o fim de semana.<br />
A programação do Jazz em Agosto, que encerra a 14 de Agosto, inclui no total seis concertos e ainda a exibição inédita dos documentários «Cecil Taylor: All The Notes» e «Black February: A Film about Butch Morris». </p>
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		<title>Faz hoje 82 anos sobre o nascimento de Zeca Afonso</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 10:33:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Zeca Afonso]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 2 de Agosto assinala-se o o 82º aniversário de José Afonso. Nos próximos dias publicaremos textos evocativos da grandeza do homem, músico e poeta que servirá sempre de inspiração à nossa colectividade. Zeca Afonso foi um notável compositor de música de intervenção, durante um dos mais conturbados períodos da história recente portuguesa. Como compositor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 2 de Agosto assinala-se o o 82º aniversário de José Afonso. Nos próximos dias publicaremos textos evocativos da grandeza do homem, músico e poeta que servirá sempre de inspiração à nossa colectividade. Zeca Afonso foi um notável compositor de música de intervenção, durante um dos mais conturbados períodos da história recente portuguesa. Como compositor, soube conciliar de forma notável a música popular e os temas tradicionais com a palavra de protesto.Passam hoje 82 anos sobre o seu nascimento. </p>
<p>Nascido em Aveiro, aí viveu até aos três anos, numa casa do Largo das Cinco Bicas, com a tia Gegé e o tio Xico. Com aquela idade foi levado para Angola, onde o pai havia sido colocado como delegado do Procurador da República, em 1930.<br />
A relação física com a natureza causou-lhe uma profunda ligação ao continente africano, que se reflectirá pela sua vida fora. As trovoadas, as florestas e os grandes rios atravessados em jangadas escondiam-lhe a realidade colonial.<br />
Em 1937 regressa a Aveiro, mas parte no mesmo ano para Moçambique, onde se reencontra com os pais e os irmãos em Lourenço Marques. No ano seguinte volta para Portugal, passando a viver com o tio Filomeno, que ocupava o cargo de presidente da Câmara de Belmonte. Em 1939 os seus pais foram viver para Timor, onde seriam cativos dos ocupantes japoneses durante três anos, entre 1942 e 1945. Durante esse período, Zeca Afonso não teve notícias dos pais.</p>
<p>Em Belmonte completa a instrução primária e convive com o mais profundo ambiente do salazarismo, de que seu tio era ferveroso admirador. Filomeno Afonso era pró-franquista e pró-hitleriano, obrigando Zeca a envergar o traje da Mocidade Portuguesa.</p>
<p>Zeca Afonso vai para Coimbra em 1940 e começa a cantar por volta do quinto ano, no Liceu D. João III. Os tradicionalistas reconheciam-no como um bicho que cantava bem. Inicia-se em serenatas e canta em festas populares, interpretando o fado de Coimbra, lírico e tradicional. Em 1948 completa o Curso Geral dos Liceus, após dois chumbos. Conhece Maria Amália de Oliveira, uma costureira de origem humilde, com quem vem a casar em segredo, por oposição da família. Continua na vida associativa, fazendo viagens com o Orfeão e com a Tuna Académica e jogando futebol, na Associação Académica de Coimbra. Em 1949 inscreve-se no curso de Ciências Histórico-Filosóficas, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Volta a Angola e Moçambique, integrado numa comitiva do Orfeão Académico de Coimbra.<br />
Azulejo em Coimbra: Nesta casa viveu o trovador da liberdade José Afonso, O Zeca.</p>
<p>Em Janeiro de 1953 nasce-lhe o primeiro filho, José Manuel. Dedica-se a dar explicações e a fazer revisão de textos no Diário de Coimbra, ao mesmo tempo que grava o seu primeiro disco, Fados de Coimbra. De 1953 a 1955 cumpre, em Mafra e Coimbra, o Serviço Militar Obrigatório.</p>
<p>Tem grandes dificuldades económicas para sustentar a família, como refere em carta enviada aos pais em Moçambique. A algumas cadeiras de terminar o curso, é lhe permitido leccionar no Ensino Técnico. Em 1956 vai leccionar para Aljustrel e divorcia-se de Maria Amália. Em 1958 envia os filhos para Moçambique, onde ficam ao cuidado dos avós. Entre 1958 e 1959 é professor de Francês e de História, na Escola Comercial e Industrial de Alcobaça. Em 1959 participa frequentemente em festas populares e canta em colectividades para lançar, em 1960, o seu quarto disco, Balada do Outono. Em 1962 segue atentamente a crise académica de Lisboa, convive, em Faro, com Luiza Neto Jorge, António Barahona, António Ramos Rosa e namora com Zélia, natural da Fuzeta. Casa-se com Zélia e realiza uma nova digressão em Angola, com a Tuna Académica da Universidade de Coimbra. No mesmo ano é editado o álbum Coimbra Orfeon of Portugal, onde José Afonso rompe com o acompanhamento das guitarras de Coimbra, fazendo-se acompanhar, nas canções Minha Mãe e Balada Aleixo, pelas violas de José Niza e Durval Moreirinhas.</p>
<p>Em 1963 terminaria a licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas, com uma tese sobre Jean-Paul Sartre, intitulada Implicações substancialistas na filosofia sartriana.</p>
<p>No mesmo ano são editados os primeiros temas de carácter vincadamente político, Os Vampiros e Menino do Bairro Negro — o primeiro contra a opressão do capitalismo, o segundo, inspirado na miséria do Bairro do Barredo, no Porto — integravam o disco Baladas de Coimbra, que viria a ser proibido pela Censura.[2] Os Vampiros, juntamente com Trova do Vento que Passa (um poema de Manuel Alegre, musicado e cantado por Adriano Correia de Oliveira) viriam a tornar-se símbolos de resistência anti-salazarista da época.</p>
<p>Realiza digressões pela Suíça, Alemanha e Suécia, integrado num grupo de fados e guitarras, na companhia de Adriano Correia de Oliveira, José Niza, Jorge Godinho, Durval Moreirinhas e ainda da fadista lisboeta Esmeralda Amoedo.</p>
<p>Em Maio de 1964, José Afonso actua na Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, onde se inspira para fazer a canção Grândola, Vila Morena, que viria a ser a senha do Movimento das Forças Armadas, no golpe de 25 de Abril de 1974. Nesse mesmo ano são editados Cantares de José Afonso e Baladas e Canções.</p>
<p>De 1964 a 1967 Zeca está em Lourenço Marques, com Zélia, onde reencontra os seus dois filhos. Nos últimos dois anos, é professor no Liceu Pêro de Anaia, na cidade da Beira. Colabora com um grupo de teatro local, musicando uma peça de Bertolt Brecht, A Excepção e a Regra. Manifesta-se contra o colonialismo, o que lhe causa problemas com a PIDE, a polícia política do Estado Novo. Em Moçambique nasce a sua filha Joana, em 1965.</p>
<p>Quando regressa a Portugal, é colocado como professor em Setúbal. Contudo seria expulso do ensino oficial, por interferência da PIDE. Entre 1967 e 1970, Zeca Afonso torna-se um símbolo da resistência democrática. Mantém contactos com a Liga Unitária de Acção Revolucionária e o Partido Comunista Português — ainda que se mantenha independente de partidos — e é preso pela PIDE. Continua a cantar e participa no I Encontro da Chanson Portugaise de Combat, em Paris, em 1969. Grava também Cantares do Andarilho, recebendo o prémio da Casa da Imprensa pelo Melhor Disco do Ano, e o prémio da Melhor Interpretação. Para que o seu nome não seja censurado, Zeca Afonso passa a ser tratado nos jornais pelo anagrama Esoj Osnofa.</p>
<p>Em 1971 edita Cantigas do Maio, no qual surge Grândola, Vila Morena. Zeca participa em vários festivais, sendo também publicado um livro sobre ele e lança o LP Eu vou ser como a toupeira. Em 1973 canta no III Congresso da Oposição Democrática e grava o álbum Venham mais Cinco.</p>
<p>Após da Revolução dos Cravos continua a cantar, grava o LP Coro dos Tribunais e participa em numerosas sessões do Canto Livre Perseguido, bem como nas campanhas de alfabetização promovidas pelo MFA. A sua intervenção política não pára, tornando-se um admirador do período do PREC &#8211; Processo Revolucionário Em Curso. Em 1976 apoia Otelo Saraiva de Carvalho, na sua candidatura à Presidência da República.</p>
<p>Os seus últimos espectáculos decorreram no Coliseu de Lisboa e do Porto, em 1983, quando Zeca Afonso já se encontrava doente. No final desse mesmo ano, é-lhe atribuída a Ordem da Liberdade, mas o cantor recusa.[3]</p>
<p>Em 1985 é editado o seu último álbum de originais, Galinhas do Mato, em que, devido ao avançado estado da doença, Zeca Afonso não consegue cantar na totalidade. Devido a isso, o álbum foi completado por: José Mário Branco, Sérgio Godinho, Helena Vieira, Fausto e Luís Represas. Em 1986, já em fase terminal da sua doença, apoia a candidatura de Maria de Lourdes Pintasilgo à presidência da república.</p>
<p>Zeca Afonso morreu no dia 23 de Fevereiro de 1987 no Hospital de Setúbal, às três horas da madrugada, vítima de esclerose lateral amiotrófica.</p>
<p>Em 1994 seria editado Filhos da Madrugada Cantam José Afonso[4], um CD duplo em homenagem a Zeca Afonso. No final de Junho seguinte, muitas das bandas portuguesas que integraram o projecto, participaram num concerto que teve lugar no então Estádio José de Alvalade.</p>
<p>Em 24 de Abril de 1994 a CeDeCe estreia no Teatro S. Luiz o bailado Dançar Zeca Afonso, com música de Zeca Afonso e coreografia de António Rodrigues, uma encomenda do Município, a propósito da Capital Europeia da Cultura.</p>
<p>Muitas das suas músicas continuam a ser gravadas por numerosos artistas portugueses e estrangeiros. Calcula-se que existam actualmente mais de 300 versões de canções suas gravadas por mais de uma centena de intérpretes, o que faz de Zeca Afonso um dos compositores portugueses mais divulgados a nível mundial. O seu trabalho é reconhecido e apreciado pelo país inteiro e Zeca Afonso, com a sua incidência política que as suas canções ganharam, indiscutivelmente representa uma parte muito importante da cultura poética portuguesa.</p>
<p> Discografia</p>
<p><strong> Discografia de Zeca Afonso</strong></p>
<p>Álbuns de estúdio</p>
<p>    * Baladas e canções (1964)<br />
    * Cantares de andarilho (1968)<br />
    * Contos velhos rumos novos (1969)<br />
    * Traz outro amigo também (1970)<br />
    * Cantigas do Maio (1971)<br />
    * Eu vou ser como a toupeira (1972)<br />
    * Venham mais cinco (1973)<br />
    * Coro dos tribunais (1974)<br />
    * Com as minhas tamanquinhas (1976)<br />
    * Enquanto há força (1978)<br />
    * Fura fura (1979)<br />
    * Fados de Coimbra e Outras Canções (1981)<br />
    * Como se fora seu filho (1983)<br />
    * Galinhas do mato (1985)</p>
<p><strong>Álbuns ao Vivo</strong></p>
<p>    * José Afonso in Hamburg (1982)<br />
    * Ao vivo no Coliseu (1983, álbum duplo)</p>
<p> <strong>Bibliografia activa</strong></p>
<p>    * Cantares (1968)<br />
    * Cantar de Novo (1969)<br />
    * Quadras Populares (1980)<br />
    * Textos e Canções (1986)</p>
<p>Bibliografia passiva</p>
<p>    * José Afonso &#8211; por José Viale Moutinho (1972, ed. espanhola 1975)<br />
    * Zeca Afonso: As Voltas de um Andarilho &#8211; por Viriato Teles (1983)<br />
    * Livra-te do Medo &#8211; Histórias e Andanças do Zeca Afonso &#8211; por José António Salvador (1984)<br />
    * Zeca Afonso &#8211; Poeta, Andarilho e Cantor &#8211; edição Associação José Afonso (1994)<br />
    * José Afonso &#8211; O Rosto da Utopia &#8211; por José António Salvador (1994)<br />
    * José Afonso, Poeta &#8211; por Elfriede Engelmeyer (1999)<br />
    * As Voltas de um Andarilho &#8211; por Viriato Teles (1999, ed. aumentada; 2009, reedição actualizada)<br />
    * Zeca Afonso antes do mito &#8211; por António dos Santos e Silva (2000)<br />
    * José Afonso &#8211; Um olhar fraterno &#8211; por João Afonso dos Santos (2002)<br />
    * José Afonso &#8211; Todas as Canções &#8211; por Guilhermino Monteiro, João Lóio, José Mário Branco e Octávio Fonseca (2010), Assírio &#038; Alvim &#8211; ISBN 9789723715675</p>
<p>Notas</p>
<p>   1. ↑ Assinava os seus discos como José Afonso<br />
   2. ↑ Viriato Teles. A discografia completa de Zeca Afonso. Associação José Afonso. Página visitada em 9 de março de 2010.<br />
   3. ↑ Apesar da recusa por Zeca Afonso, mais tarde, em 1994, é feita nova tentativa e já a título póstumo, mas a sua mulher também recusa, dizendo que, se o marido a não tinha aceitado em vida, não seria depois de morto que a iria receber.<br />
   4. ↑ Filhos da Madrugada &#8211; Cantam José Afonso &#8211; Instituto de Camões<br />
   5. ↑ Viriato Teles, in As Voltas de um Andarilho</p>
<p>Ligações externas</p>
<p>    * Associação José Afonso<br />
    * José Afonso | O Melhor da sua Obra<br />
    * Zeca Afonso &#8211; O rosto de uma Utopia<br />
    * Homenagem de Aveiro a José Afonso<br />
    * As Voltas de um Andarilho</p>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/08/Imagem23.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/08/Imagem23.png" alt="" title="Zeca Afonso" width="392" height="291" class="alignnone size-full wp-image-8284" /></a></p>
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		<title>Música do mundo para a aldeia global</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 11:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival Músicas do Mundo de Sines (FMM) começa na sexta-feira, mas está já a mobilizar artistas, voluntários e espetadores, que deverão garantir casa cheia tanto nos concertos como nas unidades hoteleiras. &#8220;Num raio de 30 quilómetros não existe equipamento hoteleiro que não esteja cheio&#8221;, disse o diretor do festival, Carlos Seixas. Por esta altura, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/07/Imagem21.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/07/Imagem21.png" alt="" title="Imagem21" width="475" height="325" class="alignnone size-full wp-image-8267" /></a>O Festival Músicas do Mundo de Sines (FMM) começa na sexta-feira, mas está já a mobilizar artistas, voluntários e espetadores, que deverão garantir casa cheia tanto nos concertos como nas unidades hoteleiras. &#8220;Num raio de 30 quilómetros não existe equipamento hoteleiro que não esteja cheio&#8221;, disse o diretor do festival, Carlos Seixas.<br />
Por esta altura, no castelo, que irá acolher os 12 concertos do primeiro fim de semana do festival, está praticamente tudo pronto: o palco está montado e a equipa técnica desdobra-se para finalizar os camarins e os equipamentos de som e de luz.<br />
Nem poderia ser de outra forma, pois na sexta-feira ao final da tarde tudo terá de estar preparado para que o fadista António Zambujo inaugure a edição de 2011 do FMM de Sines.<br />
Esta é a face mais visível de um trabalho que, segundo a organização, começou há um ano, desde que terminou o festival de 2010.<br />
A primeira parte deste longo caminho consistiu na preparação do programa musical, explicou Carlos Seixas, diretor criativo e de produção do evento.<br />
Depois, tiveram de tratar de todos os pormenores para que aos 250 artistas, 100 elementos da equipa técnica, 70 voluntários e mais de 100 funcionários municipais não faltem as condições necessárias para desempenharem as suas funções.<br />
Quando terminar o festival, a organização estima que terá gerido cerca de 600 quartos e 3.000 refeições, além das inúmeras viagens que terão de ser feitas para transportar muitos artistas entre o aeroporto de Lisboa e Sines, e mesmo entre o alojamento e o local das refeições e dos espetáculos.<br />
Para os espetadores que já não conseguirem quarto, é possível ficar gratuitamente no parque de campismo, embora com condições mínimas. Os mais assíduos sabem que qualquer espaço relvado da avenida Vasco da Gama é um local elegível para montar a tenda.<br />
Por ora, tratada a logística, é esperar que se solte a voz de António Zambujo no castelo, o palco mais emblemático da cidade, cumprindo-se &#8220;a pequena tradição de ser sempre um português a abrir o festival&#8221;.<br />
Embora renitente em demonstrar preferências, Carlos Seixas deixou algumas dicas para os primeiros três dias do festival, um conjunto de concertos que considera &#8220;muito feliz&#8221; e com o qual está &#8220;muito satisfeito&#8221;.<br />
No primeiro dia, destaque para Le Trio Joubran, três irmãos palestinianos que tocam alaúde, e o senegalês Cheikh Lô, que há muito a organização &#8220;ambicionava trazer a Sines&#8221;.<br />
No sábado, é essencial não perder Congotronics vs Rockers, um projeto multicultural que junta dez músicos originários dos grupos congoleses da série Congotronics e dez músicos da cena rock alternativa, sendo este o único concerto que darão em Portugal.<br />
No domingo, quem não tiver de trabalhar no dia seguinte deve ficar para o concerto de encerramento, com Ebo Taylor, &#8220;uma figura histórica da música ganesa&#8221;.<br />
Não sendo este festival, de acordo com Carlos Seixas, apenas &#8220;uma série de concertos&#8221;, destacam-se entre as diversas iniciativas paralelas o ciclo de cinema, em que, na sexta-feira, será projetado um filme sobre os Staff Benda Bilili, banda congolesa que, no ano passado, levou o castelo ao rubro na última noite do festival.<br />
A 13.ª edição do Festival Músicas do Mundo de Sines continua depois na semana seguinte, entre os dias 27 e 30 de julho.</p>
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		<title>Sónar 2011: Em tempos de crise vende-se electrónica</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Apr 2011 08:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sónar 2011: Em tempos de crise vende-se electrónica]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto de Miguel Carneiro &#8211; Mais uma vez o Festival de Música Avançada e Arte Multimédia está de volta na sua 18ª edição, nos dia 16, 17 e 18 de Junho, em Barcelona e na Corunha, com um grande cartaz com o que de mais actual se faz por aí. O evento principal acontece em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8016" class="wp-caption alignnone" style="width: 445px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/04/site-sónar.jpg"><img class="size-full wp-image-8016" title="site sónar" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/04/site-sónar.jpg" alt="" width="435" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografia Ricardo Paulouro /A23</p></div>
<p>Texto de Miguel Carneiro &#8211; Mais uma vez o Festival de Música Avançada e Arte Multimédia está de volta na sua 18ª edição, nos dia 16, 17 e 18 de Junho, em Barcelona e na Corunha, com um grande cartaz com o que de mais actual se faz por aí. <span id="more-8015"></span></p>
<p>O evento principal acontece em Barcelona, com mais de 100 espectáculos já confirmados, incluindo showcases de editoras como as conceituadas Ninja Tune / Big Dada e Tri Angle entre outras, mas pelo segundo ano consecutivo, o Sonar Galiza decorrerá simultaneamente em La Coruña com muitas das actuações a acontecerem nos dois eventos, bem como uma série de actuações exclusivas.</p>
<p>A melhor música electrónica britânica vai atacar Barcelona e a Galiza como um furacão. Nomes como Underworld, Aphex Twin e Gilles Peterson vão actuar no festival de fim de primavera, mas também com MIA, Magnetic Man e Katy B.</p>
<p>A tradição da aparição de um &#8220;clássico&#8221; mantém-se com os reis do synthpop, The Human League que representaram durante a década de 80 a vanguarda do techno pop.</p>
<p>Os portuguses Buraka Som Sistema voltam mais uma vez a Barcelona depois de viciarem o publico do Sónar com os seus kuduros de ritmos sincopados, percussão de tirar o fôlego, e a sua coleção de hits infalíveis do dancefloor.</p>
<p>O berlinense Boys Noise, prepara para o Sónar deste ano um show espectacular, com efeitos visuais e um jogo de luzes desenhado especialmente para a ocasião.</p>
<p>A estes juntam-se também Cut Copy, A-Trak, Paul Kalkbrenner, Alva Noto &amp; Ryuichi Sakamoto, James Holden, Nicolas Jaar, Toro Y Moi, Steve Aoki, entre muitos, muitos outros.</p>
<p>Sonar e OFFF, dois eventos-chave na divulgação internacional da arte multimédia, uniram forças em 2011 para criar, uma exposição que pode ser visitada entre as 9 e 19 de junho e que vem substituir a tradicional SónarMática, a OFFFMàtica 2011: &#8220;6 &amp; 4&#8243;.<br />
Baseada no tema &#8220;6 &amp; 4&#8243;, na primeira OFFFMática, Sonar e OFFF apresentam uma selecção de obras interativas baseadas em torno do conceito do retrato. Esta é uma oportunidade única de nos vermos através dos olhos da tecnologia.</p>
<p>No entanto estranhamos a ausência dos habituais artistas ligados à editora Ed Banger que nos trazem à memoria momentos altissimos de edições passadas como as actuações de Justice (2008), Busy P (2009), SebastiAn (2009) ou Carte Blanche (2010).</p>
<p>Seja como for, é sempre bom ir ao Sonar!</p>
<p>Mais informações e bilhetes em: <a href="http://www.sonar.es">www.sonar.es</a></p>
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		<title>Sintra Misty Festival na rota do pop, folk, rock e electrónica</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 19:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Sintra Misty Festival é um festival de música alternativa que se propõe colocar Sintra na rota da descoberta do melhor que se faz em termos de música pop, folk, rock e electrónica.    Pretende programar um conjunto de artistas que constituam surpresa para os que denotam curiosidade pelas novas músicas, e pelo modo como estas tantas vezes representam a actualização de géneros e tendências do passado.    ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7305" title="Imagem19" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/09/Imagem19.png" alt="" width="460" height="333" />Por Orlando Leite &#8211; O Sintra Misty Festival é um festival de música alternativa que se propõe colocar Sintra na rota da descoberta do melhor que se faz em termos de música pop, folk, rock e electrónica.    Pretende programar um conjunto de artistas que constituam surpresa para os que denotam curiosidade pelas novas músicas, e pelo modo como estas tantas vezes representam a actualização de géneros e tendências do passado.    <span id="more-7302"></span>Sintra é um ícone mundial que a todos orgulha. Ninguém nega o seu magnetismo, a aura romântica que se lhe reconhece, a especificidade da sua paisagem e do seu clima. O Sintra Misty Festival, como o próprio nome deixa perceber, pretende investir nas vertentes mística e romântica que a vila transmite, apostando em propostas musicais originais. Haverá música mais plácida e introspectiva, assim como projectos que se caracterizam por dinâmicas mais acentuadas, e até pelo recurso às electrónicas.</p>
<p>AS SALAS<br />
O festival decorrerá uma vez por ano, no Outono, no Centro Cultural Olga Cadaval. O CCOC dispõe de duas salas de espectáculos. O Auditório Jorge Sampaio (967 lugares) receberá o cartaz principal do Sintra Misty Festival, programado por António Cunha e Ricardo Gross, e o Auditório Acácio Barreiros (272 lugares), Palco Optimus Discos, foi programado por Henrique Amaro, um dos nossos mais destacados homens da rádio, grande divulgador das novas músicas portuguesa e brasileira, que em 2009 se tornou director artístico da iniciativa Optimus Discos. As suas escolhas incidirão sobre novos talentos.</p>
<p>MISTY-SESSIONS   Nesta primeira edição há que destacar as sessões after-hours, Misty Sessions, que decorrerão num espaço a anunciar brevemente, com concertos acústicos e sessões DJ cujo início acontecerá à volta da meia-noite.<br />
CARTAZ COMPLETO    PALCO PRINCIPAL    Dia 15 de Outubro<br />
Sessão da Noite &#8211; 21h<br />
DEZ MONA  Começaram como duo do contrabaixista Nicolas Rombouts com o vocalista Gregory Frateur. Têm raízes musicais no jazz, música experimental, gospel e espirituais. É hoje um quinteto, com a adição de trompete, piano e bateria. O disco que vêm apresentar chama-se Hilfe Kommt e foi produzido por Paul Webb a.k.a Rustin Man (Talk Talk, Beth Gibbons).    RODRIGO LEÃO &amp; CINEMA ENSEMBLE<br />
Rodrigo Leão esteve na origem dos Sétima Legião e mais tarde dos Madredeus. O sucesso do primeiro álbum com o Vox Ensemble, Ave Mundi Luminar (1993), leva a que se ocupe primordialmente da carreira fora de outros projectos. O disco de 2004, Cinema, recheado de convidados muito especiais, é considerado pela Billboard como um dos melhores do ano. O agrupamento que hoje o acompanha chama-se Cinema Ensemble, e o último registo é ainda A Mãe (2009).   Dia 16 de Outubro</p>
<p>Sessão da Tarde &#8211; 17h   TIAGO BETTENCOURT &amp; MANTHA  Em 2006, os Toranja anunciam uma pausa prolongada e Tiago Bettencourt parte para o Canadá para gravar o seu primeiro álbum a solo. A banda de apoio é composta por Pedro Gonçalves, (baixo e contrabaixo) e João Lencastre (bateria), para além do próprio Tiago Bettencourt, que além de cantar toca piano e guitarra. O colectivo responde pelo nome de Mantha. No ano de 2007 lançam o primeiro álbum, O Jardim, a que se seguiu já este ano Em Fuga.  JOAN AS POLICE WOMAN  No centro do projecto encontra-se a ex-companheira de Jeff Buckley, Joan Wasser, multi-instrumentista (violino, guitarra, voz) norte-americana, originária do Maine. Joan integrou as bandas de Antony &amp; the Johnsons e de Rufus Wainwright, antes de se assumir líder por inteiro. Com os dois álbuns oficiais da nova identidade, Joan As Police Woman (Real Life e To Survive), obteve o reconhecimento das principais publicações do género indie/alternativo. Novo disco este ano.   Sessão da Noite &#8211; 21h   FOGE FOGE BANDIDO  Foge Foge Bandido, diz Manel Cruz (Ornatos Violeta, Pluto, Supernada), &#8220;foi um namoro de acasos, descobrir a música das pessoas e não dos músicos e atribuir ao tempo a tarefa de seleccionar o material. Foi tentar ao máximo expressar o processo, com a consciência, claro, de que o acaso se estende ao próprio entendimento desse processo e de que se calhar não percebi nada&#8221;.  MARK KOZELEK  Quase dez anos passados sobre a edição do derradeiro disco dos Red House Painters (Old Ramon, 2001), muitos vivem o reencontro com Mark Kozelek como a perpetuação do culto a uma das míticas bandas da década de 90. Kozelek lidera hoje os Sun Kil Moon (têm álbum novo, Admiral Fell Promises), mas a voz e as melodias são de tal modo carismáticas que quando ele canta os Red House Painters de novo regressam.</p>
<p>Dia 17 de Outubro<br />
Sessão da Tarde &#8211; 17h   HINDI ZAHRA<br />
A voz sensual e o exotismo da música remetem para grandes referências do jazz como são Billie Holiday e Django Reinhardt. De origem berbere e tuaregue, Hindi Zahra nasceu em Marrocos, geografia que terá contribuído para que os temas interpretados transmitam a ancestralidade do blues, combinada com uma vibração oriental. O seu primeiro disco é deste ano tem edição marcada em Portugal no mês de Setembro e tem por título Handmade.  MAYRA ANDRADE<br />
Filha de pais cabo-verdianos, Mayra nasceu em Cuba, viveu pelo mundo e estabeleceu-se em Paris. O seu disco de estreia, Navega, teve êxito estrondoso em todo o mundo: recebeu o prémio da crítica alemã para o Melhor Álbum Revelação 2006, o prémio BBC Rádio3 2008 na categoria de Novo Talento, e o Prémio Cubadisco Internacional também em 2008. No ano seguinte gravou Stória, Stória com o produtor brasileiro Alê Siqueira (Tribalistas), também premiado. Mayra Andrade actuará com uma formação acústica.    Sessão da Noite &#8211; 21h   PIERS FACCINI<br />
Ben Harper reparou nele e teceu elogios que só um escritor de canções pode dirigir a outro igual. A série televisiva Anatomia de Grey por duas vezes recorreu às melodias e palavras de Piers para sublinhar as complicadas situações que retrata. Two Grains of Sand, de 2009, é já o terceiro álbum de uma carreira que só tem conhecido o trajecto ascensional.  LLOYD COLE SMALL ENSEMBLE<br />
Nasceu a 31 de Janeiro de 1961 em Buxton, Inglaterra. Formou os The Commotions em 1982, quando era estudante de Filosofia na Universidade de Glasgow. O álbum de estreia, Rattlesnakes, foi considerado pelo New Musical Express como um dos 50 melhores álbuns da década de 80. Após o lançamento do terceiro disco da banda (Mainstream, 1987), optou por prosseguir a carreira a solo, mudando-se para Nova Iorque. A sua discografia cresceu e amadureceu tal como ele. “Broken Record”, o seu novo disco terá estreia no festival.</p>
<p>PALCO OPTIMUS DISCOS   Dia 15 de Outubro<br />
Sessão da Noite &#8211; 21.30h<br />
Tó Trips/ Tiago Gomes<br />
Banda sonora para On the Road, de Jack Kerouac, por Tó Trips em guitarra e efeitos vários, e Tiago Gomes que lê excertos do livro com um vídeo-beat de Raquel Castro.  Mazgani  Trilhando o território da canção clássica, podemos encontrar nos temas de Tell the People um outro ardor e uma nova violência, onde o desejo e a prece se confundem, e o anseio por luz e transcendência se ouvem na voz apaixonada de Mazgani.   Dia 16 de Outubro<br />
Sessão da Tarde &#8211; 17.30h Mendes  Projecto a solo de Miguel Araújo Jorge, compositor e músico dos Azeitonas. Usa por nome a alcunha deste cantautor.  João Só e Abandonados<br />
João Só nasceu em Coimbra e faz questão de cantar e compor em português. A banda prepara a reedição do primeiro álbum que vai incluir um DVD com a actuação exclusiva para o canal MTV.   Sessão da Noite &#8211; 21.30h<br />
Walter Benjamin  Walter Benjamin é nome de filósofo, mas este traz a guitarra debaixo do braço e a folk (facção indie) debaixo de olho. O primeiro álbum com selo Merzbau teve edição de 100 exemplares em CD-R.  Márcia  Márcia compõe com a guitarra e a voz. As letras são poemas, muitos de amor. É um pouco tímida, simples e quase frágil. E essa fragilidade deixa-a brilhar, pois tudo aquilo é seu, límpido e honesto.   Dia 17 de Outubro<br />
Sessão da Tarde &#8211; 17.30h<br />
Emmy Curl  Cresceu num clima artístico que a influenciou em todas as áreas: pintura, música, fotografia, etc. Encontra-se a gravar o primeiro álbum de originais com produção do conceituado Mário Barreiros.  Frankie Chavez<br />
Uma guitarra, uma voz e a percussão que estiver ao alcance. Os temas são &#8220;blues oriented&#8221; e são crus como pede esta música. As letras são histórias de quando a sua mente parte em viagem.   Sessão da Noite &#8211; 21.30h<br />
Minta  Projecto de Francisca Cortesão, Minta &amp; The Brook Trout dá a conhecer onze temas gravados com Manuel Dordio, guitarra, Mariana Ricardo, baixo e voz, e José Vilão, bateria e percussão.  Noiserv  Criado em meados de 2005, Noiserv edita a primeira longa-duração, One Hundred Miles from Thoughtlessness, em 2008, que entretanto esgotou a sua terceira edição.    Dia 15 de Outubro   Nicole Eitner  Distinguida com o primeiro prémio no concurso SXSW Webchange Hottest Band Competition que se há-de traduzir numa sessão de gravação nos míticos estúdios Sun de Memphis. Mais recentemente, foi à frente do público de Suzanne Vega, que Nicole revelou os seus encantos, desfazendo assim o segredo e mostrando a todos os que não lhe regatearam os aplausos no final da actuação, que possui uma voz e uma visão artística singular.Novo disco em 2010.  Sandy Kilpatrick  Finda a jornada com The Pilgrim of Light, o músico e cantautor escocês inicia uma nova etapa caracterizada não só pelo regresso à simplicidade acústica, mas também por um lirismo que deixa para trás os corações partidos e se aventura na exploração das maravilhas do universo. O resultado é uma sonoridade tão bucólica quanto alegre que cativa o ouvinte desde os primeiros acordes. Novo disco será editado em Setembro.  Rui Miguel Abreu DJ SET     Dia 16 de Outubro   The Soaked Lamb The Soaked Lamb não soam apenas a blues ao estilo de Piedmont, também trazem bocadinhos de ragtime, boogie-woogie, swing e gospel.   Gomo  Canções pop feitas com ousadia, charme, sentido de humor e uma descarada tendência para a melodia.  Rui Miguel Abreu DJ Set</p>
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		<title>Revolução e fado: Os Sons da República.</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 21:55:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Texto de Orlando Leite &#8211; Entre 1870 e 1920, o Canto do Fado foi a “canção de intervenção” ao serviço do ideário revolucionário que se haveria de propagar as ideias republicanas a cantar a República e desiludir-se com ela. Um conjunto de operários de Lisboa, e região envolvente, muitos deles ligados à indústria tipográfica e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7300" title="Imagem17" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/08/Imagem17.png" alt="" width="460" height="333" />Texto de Orlando Leite &#8211; Entre 1870 e 1920, o Canto do Fado foi a “canção de intervenção” ao serviço do ideário revolucionário que se haveria de propagar as ideias republicanas a cantar a República e desiludir-se com ela. Um conjunto de operários de Lisboa, e região envolvente, muitos deles ligados à indústria tipográfica e à Voz do Operário, vão agarrar num canto de improviso, o canto do Fado e vão fazer dele o seu canto catequético em Lisboa, no resto do País, Continente e Ilhas, e inclusive fora de Portugal. Vão não só mudar-lhe a melodia, como vão intervir poeticamente nos textos, recorrendo à décima e complexificando-a a um nível sem paralelo, quer em Portugal quer internacionalmente.<br />
Os chamados Fados Socialistas vão ser de grande importância para a propagação do ideal revolucionário. Estes operários perceberam que através dos fados poderiam comunicar com vastas camadas iletradas e passar-lhes não só o ideário como aumentar a sua cultura dando-lhes a conhecer autores de grande relevo, principalmente franceses e russos. Muitos destes propagadores do Canto do fado e da Revolução vão fazer missões pelas províncias lusitanas, do Sul ao Norte, espalhando os novos ideais pelas comunidades rurais. No Alentejo, a marca será fortíssima, indo influenciar todo o canto de improviso e moldar o Canto Coral, este muito devedor da grande discussão sobre o que é que o povo deve cantar: música coral ou Canto do Fado.<br />
A par deste movimento, os operários vão iniciar todo um trabalho de imprensa, e associadas ao Canto do Fado, entre 1910 e 1929, vão surgir cerca de duas dezenas de títulos de jornais dedicados ao Fado e à Revolução. Mas este movimento em torno de uma canção operária e de um ideal revolucionário não acontece só em Portugal. Na altura, o mesmo está a acontecer em Espanha e em toda a América Latina, tendo em comum um mesmo texto, a décima; uma mesma forma, o improviso e um ideário libertário e revolucionário.<br />
A proposta de “Sons da República” é contar esta história, evocando as grandes figuras destes revolucionários cantadores, entre os quais se conta Avelino de Sousa ou Carlos Retes, este último fundador do primeiro jornal de fado, nascido poucos meses antes da República.<br />
Este estudo reproduz-se numa colecção de cinco CD’s com gravações da época e fados que ainda hoje estão na memória de poetas populares e amantes do fado, provenientes do catálogo da Tradisom e de um arquivo recentemente descoberto pela Tradisom.<br />
Para dar execução a este projecto, a investigação esteve a cargo do Dr. Paulo Lima (actualmente Coordenador do Programa de Salvaguarda do Património Imaterial do Alentejo e responsável pela criação da base de dados da candidatura do fado a Património Imaterial da Humanidade e autor do livro “O Fado Operário no Alentejo), a Tradisom contou com a colaboração do Dr. Ricon Peres, que disponibilizou o seu riquíssimo arquivo pessoal de imagens e iconografia da República.</p>
<p>1 CD.<br />
1900 – 1930<br />
A construção da paisagem sonora portuguesa<br />
Este CD apresenta a diversidade de sons que preenchem os primeiros 30 anos da constituição da paisagem sonora portuguesa: discursos, bandas, música folclórica, ópera, fado&#8230; Ou seja a emergência e estabilização de uma paisagem sonora portuguesa. Dos primeiros sons à profissionalização de artistas.<br />
2 CD.<br />
1900&#8211;‐1910<br />
Primeiros fados e fados socialistas<br />
O segundo CD apresenta a primeira década de fado gravado, confrontando estes Sons com a memória fixada no Objecto Impresso.<br />
3 CD.<br />
1900&#8211;‐1914<br />
O Fado e a República<br />
O terceiro CD apresenta fados republicanos e discursos, assim como outros sons que fundamentam os discursos veiculados pelo fado.<br />
4 CD.<br />
1914&#8211;‐1920<br />
O Fado e a Grande Guerra<br />
O fado foi a única warsong portuguesa, que emerge como canto de pacifista durante a participação portuguesa na I Grande Guerra. Será construído um confronto com os cadernos deixados por soldados do CEP.<br />
5 CD.<br />
1920&#8211;‐1930<br />
A profissionalização do fado<br />
A década de vinte do Século XX assistirá ao confronto entre cantadores de fado que defendem a profissionalização e que defendem a continuidade do fado como canção educativa e revolucionária. A emergência do Estado Novo dará um forte contributo à estabilidade dos primeiros, remetendo os segundos para uma marginalização social e política.<br />
A EDITAR EM OUTUBRO<br />
Orlando Leite</p>
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		<title>BERLIN FESTIVAL 2010 – ICH BIN EIN BERLINER</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 00:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já não é novidade para ninguém que nos conturbados tempos que vivemos, Berlim constitui-se como um dos mais vibrantes e interessantes destinos a nível europeu, cidade onde tudo pode acontecer e acontece&#8230;Para o confirmar, nos próximos dias 10 e 11 de Setembro, irá decorrer a quarta edição do Berlin Festival, no histórico aeroporto de Tempelhof [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --><span style="font-family: Trebuchet MS,serif;"> </span></p>
<div id="attachment_7228" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><span><img class="size-medium wp-image-7228" title="BERLIN FESTIVAL 2010" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/07/Picture-21-300x161.png" alt="" width="300" height="161" /></span><p class="wp-caption-text">BERLIN FESTIVAL </p></div>
<p>Já não é novidade para ninguém que nos conturbados tempos que vivemos, Berlim constitui-se  como um dos mais vibrantes e interessantes destinos a nível europeu, cidade onde tudo pode acontecer e acontece&#8230;Para o confirmar, nos próximos dias 10 e 11 de Setembro, irá decorrer a quarta edição do <span style="font-family: Trebuchet MS,serif;"><em>Berlin Festival</em></span><span style="font-family: Trebuchet MS,serif;">, no histórico aeroporto de </span><span style="font-family: Trebuchet MS,serif;"><em>Tempelhof</em></span><span style="font-family: Trebuchet MS,serif;"> da capital alemã, ponto de aterragem de alguns dos mais interessantes nomes da actualidade na área da música alternativa e electrónica. Inevitável destacar a presença de nomes que nos brindaram com alguns dos melhores discos do ano até à data, como LCD Soundsystem, Caribou ou Hotchip, assim como o palco programado dia 10 pela editora City Slang, nome incontornável da música independente e dia 11 pela Boyz Noise Recordings, um dos mais estimulantes selos do actual panorama electrónico.</span></p>
<p><span style="font-family: Trebuchet MS,serif;">O preço dos bilhetes revela-se uma agradável surpresa para tão vasto banquete sonoro, 59 euros+comissão de bilheteira, por isso é correr e arranjar uma viagem que não faça muitos danos à carteira, porque em Setembro ICH BIN EIN BERLINER.</span></p>
<p><span style="font-family: Trebuchet MS,serif;">+ INFO: http://www.berlinfestival.de/</span></p>
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		<title>Arcade Fire no Pavilhão Atlântico em Novembro</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 12:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Os Arcade Fire regressarão a Portugal para um concerto no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, no próximo dia 18 de Novembro. Depois de se estrearem em Portugal no Festival Paredes de Coura, em 2005, num concerto que prolongou o maravilhamento que causara “Funeral”, o álbum de estreia, a banda canadiana actuou no Super Bock Super Rock [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7189" title="large_arcade20fire2" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/07/large_arcade20fire2.jpg" alt="" width="453" height="369" /></p>
<p>Os Arcade Fire regressarão a Portugal para um concerto no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, no próximo dia 18 de Novembro. Depois de se estrearem em Portugal no Festival Paredes de Coura, em 2005, num concerto que prolongou o maravilhamento que causara “Funeral”, o álbum de estreia, a banda canadiana actuou no Super Bock Super Rock de 2007, meses após a edição do segundo passo na sua discografia, “Neon Bible”.</p>
<p><span id="more-7188"></span></p>
<p>O concerto no Pavilhão Atlântico manterá a tradição. A um novo álbum dos Arcade Fire, segue-se actuação em palcos portugueses. “Suburbs”, o terceiro disco, chega a 2 de Agosto de 2010. Extenso e multifacetado, teve como motor criativo as memórias de adolescência dos irmãos Win (vocalista e compositor) e William Butler (multi-instrumentista), passada nos subúrbios de Houston, no Texas, bem como o desejo de manifestar uma diversidade criativa que permita em passo em frente relativamente àquilo que o público reconhecia como o som da banda.</p>
<p>O single de edição limitada que reuniu “The Suburbs / Month of May”, editado em Maio, serviu como primeira apresentação daquilo que ouviremos em Agosto.</p>
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