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	<title>A23 Online &#187; Cultura</title>
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	<description>Reportagens, Opinião e Notícias de Portugal e do Mundo</description>
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		<title>Morreu o pintor Barata Moura</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 12:27:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Barata Moura]]></category>
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		<description><![CDATA[O pintor Barata Moura faleceu, no domingo, aos 100 anos. A Câmara Municipal do Fundão colocou a bandeira do município a meia haste. Nascido na aldeia histórica de Castelo Novo, concelho do Fundão, no dia 9 de Janeiro de 1911, filho de José Nunes Moura e Maria Gonçalves Barata, o Pintor Barata Moura completou este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/12/Imagem5.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/12/Imagem5.png" alt="" title="Barata Moura" width="368" height="236" class="alignnone size-full wp-image-8514" /></a>O pintor Barata Moura faleceu, no domingo, aos 100 anos. A Câmara Municipal do Fundão colocou a bandeira do município a meia haste. Nascido na aldeia histórica de Castelo Novo, concelho do Fundão, no dia 9 de Janeiro de 1911, filho de José Nunes Moura e Maria Gonçalves Barata, o Pintor Barata Moura completou este ano&#8230; 100 anos de vida.</p>
<p>A sua aprendizagem artística foi feita em Lisboa &#8211; na Escola de Artes Aplicadas e na Escola António Arroio &#8211; para onde migrou aos 17 anos. No entanto, fortemente arraigado à sua terra natal, a passagem dos anos e os ares da cidade não desvaneceram os laços de profundo afecto que ligavam o Artista aos víveres modestos das gentes da região onda nascera, não porque aí possuísse bens materiais, mas porque desta recebeu marcada influência vivencial, espiritual, moral e mesmo intelectual, do berço até hoje. Com vasta obra artística, pintou mais de cinco mil telas, entre elas, muitas das paisagens do Fundão e da beira interior. </p>
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		<title>Prémio Pessoa para ensaísta e filósofo Eduardo Lourenço</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 12:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ensaísta e filósofo Eduardo Lourenço, 88 anos, com uma vasta obra publicada, é o 25.º distinguido com o Prémio Pessoa, anunciou hoje o presidente do júri, Francisco Pinto Balsemão, no Palácio de Seteais, em Sintra. O Prémio Pessoa, no valor de 60 mil euros, é uma iniciativa do jornal Expresso com o patrocínio da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/12/Imagem4.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/12/Imagem4.png" alt="" title="Imagem4" width="328" height="250" class="alignnone size-full wp-image-8509" /></a>O ensaísta e filósofo Eduardo Lourenço, 88 anos, com uma vasta obra publicada, é o 25.º distinguido com o Prémio Pessoa, anunciou hoje o presidente do júri, Francisco Pinto Balsemão, no Palácio de Seteais, em Sintra.</p>
<p>O Prémio Pessoa, no valor de 60 mil euros, é uma iniciativa do jornal Expresso com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos, e destina-se a reconhecer pessoas de nacionalidade portuguesa que protagonizaram uma intervenção relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica do país.</p>
<p>Uma das razões da escolha do júri foi a recente reedição, pela Fundação Caloustre Gulbenkian, da obra completa de Eduardo Lourenço, num total de 38 volumes de ensaios político filosóficos escritos entre os anos de 1945 e 2010.</p>
<p>Nascido em 1923 em São Pedro do Rio Seco, no distrito da Guarda, partiu para França em 1949, onde se encontra radicado até hoje, mas manteve sempre uma forte ligação a Portugal, escrevendo várias obras sobre a sociedade portuguesa.</p>
<p>Presidido por Francisco Pinto Balsemão, o júri do Prémio Pessoa 2011 foi ainda composto por Fernando Faria de Oliveira (vice-presidente), António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, João Lobo Antunes, José Luís Porfírio, Maria de Sousa, Mário Soares, Miguel Veiga e Rui Baião.</p>
<p>Lista de todos os premiados desde a primeira edição, em 1987:</p>
<p>1987 &#8211; José Mattoso</p>
<p>1988 &#8211; António Ramos Rosa</p>
<p>1989 &#8211; Maria João Pires</p>
<p>1990 &#8211; Menez</p>
<p>1991 &#8211; Cláudio Torres</p>
<p>1992 &#8211; António e Hanna Damásio</p>
<p>1993 &#8211; Fernando Gil</p>
<p>1994 &#8211; Herberto Helder</p>
<p>1995 &#8211; Vasco Graça Moura</p>
<p>1996 &#8211; João Lobo Antunes</p>
<p>1997 &#8211; José Cardoso Pires</p>
<p>1998 &#8211; Eduardo Souto Moura</p>
<p>1999 &#8211; Manuel Alegre e José Manuel Rodrigues</p>
<p>2000 &#8211; Emanuel Nunes</p>
<p>2001 &#8211; João Bénard da Costa</p>
<p>2002 &#8211; Manuel Sobrinho Simões</p>
<p>2003 &#8211; José Joaquim Gomes Canotilho</p>
<p>2004 &#8211; Mário Cláudio</p>
<p>2005 &#8211; Luís Miguel Cintra</p>
<p>2006 &#8211; António Câmara</p>
<p>2007 &#8211; Irene Flunser Pimentel</p>
<p>2008 &#8211; João Luís Carrilho da Graça</p>
<p>2009 &#8211; D. Manuel Clemente</p>
<p>2010 &#8211; Maria do Carmo Fonseca</p>
<p>2012 &#8211; Eduardo Lourenço</p>
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		<title>Uma tarde de Fado vadio na Graça (Com som- A23 Rádio)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 18:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As tardes de Fado vadio na Graça by A23 Rádio No dia que s3 começa a discutir a candidatura do fado a Património da humanidade, a A23 foi espreitar uma das tascas míticas, onde se canta o fado vadio, na Graça em Lisboa O fado, a música típica do país, pode ser declarado Patrimônio Imaterial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object height="81" width="100%"><param name="movie" value="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F28693041"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param> <embed allowscriptaccess="always" height="81" src="https://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F28693041" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"></embed></object>  <span><a href="http://soundcloud.com/a23-r-dio/o-fado-va">As tardes de Fado vadio na Graça</a> by <a href="http://soundcloud.com/a23-r-dio">A23 Rádio</a></span><br />
No dia que s3 começa  a discutir a candidatura do fado a Património da humanidade, a A23 foi espreitar uma das tascas míticas, onde se canta o fado vadio, na Graça em Lisboa O fado, a música típica do país, pode ser declarado Patrimônio Imaterial da Humanidade. A candidatura será analisada pelo VI Comitê Inter-Governamental da Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura), que começa nesta terça-feira em Bali, na Indonésia. <a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/11/Picture-12.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/11/Picture-12.png" alt="" title="O jaime" width="595" height="470" class="alignnone size-full wp-image-8476" /></a></p>
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		<title>Rodolfo Pimenta e Joana Torgal vencem o Prémio Jovem Cineasta Português cinanima</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 21:16:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O filme &#8220;Nôs Terra&#8221;, do Coletivo de Crianças da EB1 de Trás-os-Montes, Polo 3, Ilha de Santiago (Cabo Verde), com coordenação de Rodolfo Pimenta e Joana Torgal, venceu o Prémio Jovem Cineasta Português, para realizadores com idades entre os 18 e os 30 anos, anunciou a organização do certame. O filme &#8220;The Renter&#8221;, de Jason [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filme &#8220;Nôs Terra&#8221;, do Coletivo de Crianças da EB1 de Trás-os-Montes, Polo 3, Ilha de Santiago (Cabo Verde), com coordenação de Rodolfo Pimenta e Joana Torgal, venceu o Prémio Jovem Cineasta Português, para realizadores com idades entre os 18 e os 30 anos, anunciou a organização do certame. </p>
<p>O filme &#8220;The Renter&#8221;, de Jason Carpenter (EUA), venceu a 35ª edição do Cinanima &#8211; Festival Internacional de Cinema de Espinho. </p>
<p>Na edição deste ano, o certame exibiu desde segunda-feira 136 obras, em sessões não competitivas, e teve a concurso 75 filmes, seleccionados entre 874 candidaturas.</p>
<p>O Prémio António Gaio, para o melhor filme português de animação, foi atribuído a &#8220;Sem querer&#8221;, de João Fazenda.  </p>
<p>Nesta categoria, foram ainda entregues menções honrosas a &#8220;O Sapateiro&#8221;, de David Doutel e Vasco Sá, e &#8220;Independência de Espírito&#8221;, de Marta Monteiro.</p>
<p>Manuel Matos Barbosa, um dos responsáveis pela programação do certame, considerou, em declarações à agência Lusa, que as obras premiadas reflectem &#8220;uma competição que foi marcada por filmes bastante interessantes&#8221;, realizados com recurso &#8220;a variadas técnicas e às novas tecnologias&#8221;.  </p>
<p>Outro aspecto que realçou na edição de 2011 do Cinanima foi a &#8220;masterclass&#8221; dirigida pelo realizador checo Jiri Barta. &#8220;É dos grandes nomes do cinema de animação e as inscrições esgotaram&#8221;, sublinhou Manuel Matos Barbosa. </p>
<p>&#8220;Costumamos fazer &#8216;workshops&#8217; com profissionais reconhecidos todos os anos&#8221;, acrescentou, &#8220;mas esta foi a primeira vez que apostámos num nome desta dimensão e a experiência correu tão bem que devemos repeti-la no próximo ano&#8221;.  </p>
<p>Entre os restantes vencedores do Cinanima 2010, destaca-se o Prémio Especial do Júri, atribuído a &#8220;Muybride&#8217;s Strings&#8221;, de Koji Yamamura (Canadá), e o Prémio do Público, para &#8220;Danny Boy&#8221;, de Marek Skrobecki (Polónia). </p>
<p>O Prémio José Abel, para o filme europeu que mais se destacou pela qualidade da animação, foi atribuído a &#8220;One More Time!&#8221;, de Okruzhnova, Ovchinikova, Pavlycheva, Petrova, Arkipova, Yakhyaeva (Rússia).  </p>
<p>&#8220;Kubla Khan&#8221;, Joan Gratz (EUA) foi reconhecida, por sua vez, como a melhor curta-metragem (até cinco minutos), &#8220;Second Hand&#8221;, de Isaac King (Canadá) foi considerada a melhor curta-metragem com mais de cinco minutos e até 25 minutos; e &#8220;Playing Ghost&#8221;, de Bianca Ansems (Reino Unido), foi<br />
distinguida como a melhor curta-metragem/filme de fim de estudos.  </p>
<p>&#8220;Arachmaninoff&#8221;, de René Lange (Alemanha), foi considerado o filme com melhor banda sonora original.   </p>
<p>Finalmente, o Prémio RTP2: Onda Curta foi entregue a &#8220;One More Time!&#8221;, de Okruzhnova, Ovchinikova, Pavlycheva, Petrova, Arkipova, Yakhyaeva (Rússia), &#8220;Lumberjack&#8221;, de Pawel Debski (Polónia), &#8220;Coast Warning&#8221;, de Alexandra Shadrina (Rússia), &#8220;Muybridge&#8217;s Strings&#8221;, de Koji Yamamura (Canadá), e &#8220;Oedipus&#8221;, de Paul Drissen (Canadá).  </p>
<p>Organizado ininterruptamente desde 1976, o Cinanima é uma iniciativa da Cooperativa Nascente, de Espinho, e constitui o maior festival de cinema de animação realizado em Portugal, sendo também um dos mais antigos do mundo no seu género específico.</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/11/20111114-211547.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/11/20111114-211547.jpg" alt="20111114-211547.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
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		<title>Manuel António Pina honrado com medalha de mérito cultural da terra onde nasceu</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 00:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Manuel António Pina]]></category>
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		<description><![CDATA[O escritor Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011, disse hoje que sente &#8220;uma honra muito particular&#8221; por ter recebido a medalha de mérito cultural do município do Sabugal, de onde é natural. A distinção autárquica foi hoje entregue ao escritor e poeta, no decorrer da sessão solene comemorativa do Dia do Município, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_8438" class="wp-caption alignnone" style="width: 655px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/11/Picture-11.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/11/Picture-11.png" alt="" title="Manuel António Pina /Ricardo Paulouro " width="460" height="333" class="size-full wp-image-8438" /></a><p class="wp-caption-text">Manuel António Pina no cafe Convívio no Porto. Fotografia de Ricardo Paulouro </p></div>O escritor Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011, disse hoje que sente &#8220;uma honra muito particular&#8221; por ter recebido a medalha de mérito cultural do município do Sabugal, de onde é natural.<br />
A distinção autárquica foi hoje entregue ao escritor e poeta, no decorrer da sessão solene comemorativa do Dia do Município, no mesmo dia em que foi anunciado o lançamento da nova obra do escritor, &#8220;Como se desenha uma casa&#8221;.<br />
Manuel António Pina, de 67 anos, poeta e autor de livros para crianças, é natural do Sabugal, onde viveu até aos seis anos. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi jornalista durante muitos anos e atualmente é tradutor, professor e cronista.<br />
O homenageado mostrou-se honrado com a medalha e destaca-a, entre as várias distinções que já recebeu.<br />
&#8220;Entre todas as homenagens que tenho recebido, esta toca-me muito particularmente, porque se trata de uma distinção que me foi feita pela terra onde eu nasci&#8221;, disse.<br />
O escritor lembrou que deixou o Sabugal muito cedo e, por isso, ter regressado para receber a medalha de mérito cultural municipal, constitui um momento &#8220;muito importante e muito significativo&#8221;.</p>
<p>Manuel António Pina disse que a memória mais antiga que tem da cidade é a de uma fonte, situada em frente da casa onde nasceu, no largo da atual Câmara Municipal, que &#8220;tinha a ideia que era um lago muito grande, mas que, afinal, era pequena&#8221;.</p>
<p>Na lembrança tem um certo dia em que &#8220;alguém atirou para lá [para a fonte]&#8221; o seu chapéu e recusou &#8220;ir buscá-lo&#8221;.</p>
<p>Atualmente, da casa onde nasceu, continua a receber, de quando em vez, no Porto, onde reside, pão de ló com um &#8220;um sabor especial&#8221;, confecionado pela atual proprietária do imóvel que carinhosamente chama de &#8220;avó Lulu&#8221;, contou.</p>
<p>Durante a sessão de entrega da medalha de mérito cultural ao vencedor do Prémio Camões 2011, o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, disse que, com este gesto, realizado pela primeira vez, a autarquia pretendeu reconhecer &#8220;a importância&#8221; do escritor e da sua obra.</p>
<p>Reconheceu tratar-se de &#8220;um ato de justiça e de reconhecimento&#8221; em relação à vida e à obra de Manuel António Pina &#8220;que tem amor à terra que o viu nascer&#8221;.</p>
<p>O homenageado assegurou que é &#8220;alguém que tem estado fora do Sabugal&#8221; mas &#8220;tem o Sabugal no coração&#8221;.</p>
<p>Além de Manuel António Pina, a medalha de mérito cultural do Sabugal foi igualmente entregue à Sociedade Filarmónica Bendadense, pelos seus 141 anos de existência.</p>
<p>A câmara também homenageou as Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários do Sabugal e do Soito com medalhas de mérito cívico e condecorou trabalhadores com 15, 25 e 35 anos de serviço.</p>
<p>O Dia do Município do Sabugal assinala os 715 anos da atribuição do foral pelo rei D. Dinis.</p>
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		<title>&#8220;Como se desenha uma casa&#8221; é o novo livro de Manuel António Pina</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 00:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritor Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011, anunciou, quinta-feira, 11,, no Sabugal o lançamento da nova obra &#8220;Como se desenha uma casa&#8221;, onde recebeu a medalha de mérito cultural do município do Sabugal, de onde é natural. Manuel António Pina, de 67 anos, poeta e autor de livros para crianças, é natural [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/11/Picture-2.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/11/Picture-2.png" alt="" title="Picture 2" width="454" height="297" class="alignnone size-full wp-image-8443" /></a>O escritor Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011, anunciou, quinta-feira, 11,,  no Sabugal o lançamento da nova obra  &#8220;Como se desenha uma casa&#8221;, onde recebeu a medalha de mérito cultural do município do Sabugal, de onde é natural.<br />
Manuel António Pina, de 67 anos, poeta e autor de livros para crianças, é natural do Sabugal, onde viveu até aos seis anos. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi jornalista durante muitos anos e atualmente é tradutor, professor e cronista. </p>
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		<title>Mão Morta ao vivo em Castelo Branco</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 07:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Castelo Branco]]></category>
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		<description><![CDATA[Os bracarenses Mão Morta apresentam este sábado, dia 15, às 21:30, no Cine Teatro Avenida, em Castelo Branco, a digressão &#8220;Pelux in Motion&#8221;, um espetáculo &#8220;novo e cru&#8221; com um alinhamento que mistura temas mais antigos com outros mais recentes. A banda, que comemorou 25 anos de carreira em 2010, anunciou tratar-se de &#8220;um espetáculo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os bracarenses Mão Morta apresentam este sábado, dia 15, às 21:30, no Cine Teatro Avenida, em Castelo Branco, a digressão &#8220;Pelux in Motion&#8221;,  um espetáculo &#8220;novo e cru&#8221; com um alinhamento que mistura temas mais antigos com outros mais recentes.</p>
<p>A banda, que comemorou 25 anos de carreira em 2010, anunciou tratar-se de &#8220;um espetáculo novo e cru, desprovido de efeitos, e com um alinhamento que vai recuperar temas já guardados para os cruzar com outros mais recentes&#8221;.</p>
<p>O último álbum de originais dos Mão Morta &#8220;Pesadelo em peluche&#8221;, lançado em abril do ano passado, reúne 12 temas, com letras de Adolfo Luxúria Canibal, em torno do texto &#8220;A feira de atrocidades&#8221;, do escritor J.G. Ballard.<br />
Os bilhetes custam dez euros, com desconto de 20 por cento, para menores de 25, maiores de 65, estudantes e portadores do Cartão Bertrand.</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/10/20111014-083350.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/10/20111014-083350.jpg" alt="20111014-083350.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F25623695&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=ff7700"></iframe></p>
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		<title>“The Return of the Real – 16” de Pedro Loureiro no Museu do Neo-Realismo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 09:46:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[de Pedro Loureiro]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Loureiro]]></category>
		<category><![CDATA[The Return of the Real – 16”]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu do Neo-Realismo inaugura a exposição “The Return of the Real – 16”, de Pedro Loureiro, que terá lugar no dia 17 de Setembro pelas 16h00. A exposição estará patente até 11 de Dezembro de 2011. Para David Santos, &#8220;o conjunto de retratos agora apresentado por Pedro Loureiro resulta, com efeito, de um jogo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/09/Imagem1.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/09/Imagem1.png" alt="" title="pedro loureiro" width="425" height="426" class="alignnone size-full wp-image-8361" /></a>O Museu do Neo-Realismo inaugura a exposição <strong>“The Return of the Real – 16”,  de Pedro Loureiro</strong>, que terá lugar no dia 17 de Setembro pelas 16h00. A exposição estará patente até 11 de Dezembro de 2011.<br />
Para David Santos, &#8220;o conjunto de retratos agora apresentado por Pedro Loureiro resulta, com efeito, de um jogo imagético que procura o fio de identidade ou reconhecimento que possa existir entre a memória das figuras ou personagens que outrora alimentaram a literatura redoliana e os ambientes humanos encontrados hoje nas mesmas regiões, explorando assim os ecos dessa leitura etnográfica sobre os grupos sociais que chamaram a atenção cívica e narrativa de Alves Redol e as dissonâncias manifestas, necessariamente, pela nossa contemporaneidade. Entre o retrato individual e colectivo, geracionale intemporal, Pedro Loureiro desenvolve, porém, uma estratégia comparativa que não produz deliberadamente juízos de valor, mas projecta no observador uma inevitável interpretação dos gestos e dos seus detalhes, ou ainda a percepção da iconografia dos objectos e acessórios que lhes dão sentido e identidade. Desse modo, estas fotografias promovem o que há de permanente entre as duas épocas convocadas, assim como o que nelas se declara como mudança subtil, mas profunda&#8221;.<br />
Pedro Loureiro é um dos mais importantes fotógrafos portugueses da sua geração tendo trabalhado no Independente, Grande reportagem, entre outros. Actualmente é fotógrafo da revista Ler. A exposição estará patente até 11 de Dezembro de 2011.</p>
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		<title>João Pedro Vale lamenta censura a exposição de temática homosexual</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 13:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[João Pedro Vale lamenta censura a exposição de temática homosexual]]></category>

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		<description><![CDATA[O artista João Pedro Vale lamentou hoje &#8220;a atitude de censura&#8221; à temática homossexual da exposição prevista para inaugurar em Lisboa a 02 de setembro, e que acabou por ser cancelada pela Companhia de Seguros Tranquilidade. A exposição intitula-se “P-Town”, e resulta de um projeto conjunto entre João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, resultado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artista João Pedro Vale lamentou hoje &#8220;a atitude de censura&#8221; à temática homossexual da exposição prevista para inaugurar em Lisboa a 02 de setembro, e que acabou por ser cancelada pela Companhia de Seguros Tranquilidade.</p>
<p>A exposição intitula-se “P-Town”, e resulta de um projeto conjunto entre João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, resultado de uma residência artística realizada em Provincetown, nos Estados Unidos, cuja história é marcada por elementos que interessavam aos artistas.</p>
<p>Uma primeira parte do projeto &#8211; que junta a identidade portuguesa, pela emigração proveniente dos Açores, ser um centro artístico e estar ligada à comunidade homossexual &#8211; esteve em exposição em julho, na galeria NurtureArt, em Nova Iorque.</p>
<p>De acordo com João Pedro Vale, a exposição, que deveria inaugurar a 02 de setembro no Espaço Arte Tranquilidade, em Lisboa, estava prevista há meses, na sequência de um convite da galeria Filomena Soares, que o representa.</p>
<p>&#8220;A programação do espaço cultural da companhia de seguros é feita através de galerias de arte, que têm toda a liberdade para convidar os artistas, e servem de intermediários&#8221;, indicou João Pedro Vale, nascido em 1976, licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e representado em várias coleções nacionais e estrangeiras.</p>
<p>Como a galeria estava fechada em agosto, foi o artista que contactou diretamente com o departamento de marketing da seguradora, onde apresentou as imagens promocionais com uma imagem fálica de um fanzine que faz parte da exposição, e &#8220;provocou uma reação embaraçosa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Disseram-me que por ser uma instituição muito conservadora, não seria aquela a imagem mais indicada para promover a exposição. Então sugeri que vissem as peças que eu queria apresentar&#8221;, relatou à Lusa.</p>
<p>Depois de conhecer o conteúdo da exposição criada pelo artista, a companhia acabou por propor ao artista que apresentasse &#8220;outro projeto porque aquele, dada a temática subjacente, ía contra os valores promovidos pela instituição&#8221;.</p>
<p>João Pedro Vale recusou, sustentando que a ideia era moldar o trabalho artístico “em função dos interesses da empresa&#8221; e sente-se &#8220;pessoalmente atingido&#8221; porque considera que a sua função como artista é &#8220;levantar as questões&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ficou muito claro que foi uma questão de censura&#8221;, concluiu, referindo que esta não é a primeira vez que o seu trabalho é alvo deste tipo de postura porque &#8220;há muitas formas, menos explícitas, de censurar&#8221;.</p>
<p>A companhia de seguros &#8220;tem todo o direito de recusar, mas lamento que tenha esta atitude. Seria mais interessante lidar com uma discussão em torno da temática, em vez de nem sequer darem hipótese de a mostrar&#8221;.</p>
<p>A Lusa contactou diretamente o departamento de marketing e comunicação da Tranquilidade, mas fonte ligada à empresa indicou que será divulgado um comunicado durante a tarde de hoje.</p>
<p>AG.</p>
<p>Lusa/fim.</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/08/20110825-145015.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/08/20110825-145015.jpg" alt="20110825-145015.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
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		<title>Jazz em Agosto na Gulbenkian</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 07:27:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Gulbenkian]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz em Agosto]]></category>

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		<description><![CDATA[O festival Jazz em Agosto continua este fim-de-semana na Fundação Calouste Gulbenkian, o seu espaço anfitrião. A 28ª edição do Festival começou com a actuação a solo do pianista Cecil Taylor no Anfiteatro ao Ar Livre da Fundação. No sábado, o festival recebe a saxofonista alemã Ingrid Laubrock, que traz consigo o quinteto Anti-House. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/08/Imagem27.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/08/Imagem27.png" alt="" title="Cecil taylor" width="428" height="322" class="alignnone size-full wp-image-8318" /></a>O festival Jazz em Agosto continua este fim-de-semana na Fundação Calouste Gulbenkian, o seu espaço anfitrião. A 28ª edição do Festival começou com a actuação a solo do pianista Cecil Taylor no Anfiteatro ao Ar Livre da Fundação.<br />
No sábado, o festival recebe a saxofonista alemã Ingrid Laubrock, que traz consigo o quinteto Anti-House. O concerto do trompetista Wadada Leo Smith com o grupo Organic encerra o fim de semana.<br />
A programação do Jazz em Agosto, que encerra a 14 de Agosto, inclui no total seis concertos e ainda a exibição inédita dos documentários «Cecil Taylor: All The Notes» e «Black February: A Film about Butch Morris». </p>
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