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	<title>A23 Online &#187; Dança</title>
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	<description>Reportagens, Opinião e Notícias de Portugal e do Mundo</description>
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		<title>Olga Roriz estreia bailado sobre noite de paixão no palco do Teatro Camões</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 15:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A coreografia &#8220;Noite de Ronda&#8221;, de Olga Roriz, sobre um tempo e espaço íntimos de homens e mulheres arrebatados pela paixão, vai ter estreia absoluta pela Companhia Nacional de Bailado (CNB) no dia 26 de maio, no Teatro Camões, em Lisboa. Os espetáculos realizam-se nos dias 26, 27 e 28 de maio, às 21:00, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/05/olga-roriz.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-8089" title="olga roriz" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/05/olga-roriz.jpg" alt="" width="460" height="212" /></a></p>
<p>A coreografia &#8220;Noite de Ronda&#8221;, de Olga Roriz, sobre um tempo e espaço íntimos de homens e mulheres arrebatados pela paixão, vai ter estreia absoluta pela Companhia Nacional de Bailado (CNB) no dia 26 de maio, no Teatro Camões, em Lisboa. <span id="more-8088"></span></p>
<p>Os espetáculos realizam-se nos dias 26, 27 e 28 de maio, às 21:00, com uma tarde para as famílias às 16:00, do dia 19 de maio, e ainda nos dias 02, 03, e 04 de junho, às 21:00, com uma tarde em família no dia 05 de junho.</p>
<p>&#8220;Noite de Ronda&#8221; tem coreografia de Olga Roriz, banda sonora de João Raposo, cenografia de Pedro Santiago Cal, figurinos de Olga Roriz e Pedro Santiago Cal e desenho de luz de Cristina Piedade.</p>
<p>Olga Roriz assinou anteriormente, para a Companhia Nacional de Bailado, entre outras, &#8220;As Troianas&#8221; (1985) e &#8220;Pedro e Inês&#8221; (2003).</p>
<p>Nas palavras da própria coreógrafa e bailarina, que integram uma nota de imprensa sobre o novo espetáculo, &#8220;Noite de Ronda&#8221; é descrita como &#8220;uma noite de paixões onde homens e mulheres se espiam, se vigiam, se seduzem e desejam num ritual viciante e viciado&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os corpos atropelam-se patrulhados de segredos desnorteados, num impacto feroz onde as ações nunca se explicam. O espaço é íntimo, fechado, uma prisão perpétua repleta de sons compassados e violentos. Nasce o dia. Os pássaros cantam mais enervantes que nunca. O frenesi continua. O estore baixa&#8221;, descreve ainda.</p>
<p>Nascida há 54 anos em Viana do Castelo e com uma carreira de mais de trinta anos, Olga Roriz é considerada uma coreógrafa revolucionária na história das últimas décadas da dança em Portugal.</p>
<p>Estudou com Margarida Abreu e Ana Ivanova, ingressou na Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa, e tornou-se primeira bailarina do Ballet Gulbenkian, onde foi depois convidada para coreografar, vindo a criar a própria companhia em 1995.</p>
<p>Em 2008 recebeu o Grande Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores/Millenium Bcp.</p>
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		<title>Electra</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 08:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-4801" title="A23 / Olga Roriz" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/01/Picture-21.png" alt="" width="317" height="207" /></p>
<p>Entre 28 e 30 de Janeiro, no Teatro Camões, em Lisboa, o público tem oportunidade de assistir a mais um solo da coreógrafa e bailarina Olga Roriz. &#8220;Electra&#8221; faz parte de um longo processo de criação da coreógrafa que, em 1988, deu início a um conjunto de solos. Numa clara alusão à Grécia antiga, Olga Roriz apresenta, nesta peça que simboliza a complexidade humana, um solo que é também um confronto consigo própria. Em torno da fascinante figura mitológica que é Electra, a mulher que convence o irmão a matar a própria mãe, este solo revela o cunho pessoal da autora/intérprete. Como bem salienta Olga Roriz, &#8220;as cenas são descoladas e aparentemente sem relação ou objectivo comum, no entanto, vão desvendando uma espécie de personagem misterioso. É como se houvesse uma inquietação latente naquela mulher, onde cada momento e cada lugar por onde passa tanto são acrescentados como anulados pelos que se seguem. (&#8230;) Ela mostra sem pudor a sua força e a sua fraqueza, a sua nobreza e a sua humilhação. Ela é uma mulher assustadoramente presente na sua ausência. Os seus olhares para o exterior de si são os únicos indicativos da sua espera onde o tempo não existe. Ela nunca se expõe, apenas se dispõe.&#8221;<br />
O espectáculo resulta da colaboração entre a Companhia Olga Roriz, o Teatro Nacional São João e a OPART. Em estreia absoluta no Teatro Camões, a peça será imediatamente após apresentada no Teatro Nacional de São João no Porto.<br />
Para ver nos dias 28, 29 e 30, às 21h30, e no dia 31 às 18h00. Os bilhetes custam entre 5 e 15 euros.</p>
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		<title>&#8220;Electra&#8221;, de Olga Roriz, no Teatro Camões</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 19:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Teatro Camões vai estrear no dia 28 de Janeiro, às 21:00 horas, o espectáculo «Electra», novo solo da Companhia Olga Roriz. A obra surge de «um longo percurso de solos da coreógrafa iniciados em 1988, onde em cada uma dessas criações se revela o seu cunho pessoal». Sobre a personagem Electra, a autora escreve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/01/Picture-1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4406" title="A23/Olga Roriz" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/01/Picture-1.png" alt="" width="300" height="227" /></a></p>
<p>O Teatro Camões vai estrear no dia 28 de Janeiro, às 21:00 horas, o espectáculo «Electra», novo solo da Companhia Olga Roriz. A obra surge de «um longo percurso de solos da coreógrafa iniciados em 1988, onde em cada uma dessas criações se revela o seu cunho pessoal». Sobre a personagem Electra, a autora escreve «ela é uma mulher assustadoramente presente na sua ausência. Ela nunca se expõe, apenas se dispõe». Olga Roriz assina a coreografia e a interpretação, além de ser co-responsável pela dramaturgia, selecção musical e figurinos (a par com Paulo Reis, director de ensaios e cenografia). O desenho de luz é de Clemente Cuba.<br />
Para ver de 28 a 30 de Janeiro, às 21h, e no dia 31, às 18h.</p>
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		<title>Pina Revisitada&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 16:41:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pina Bausch morreu aos 68 anos, em Junho, e a dança ficou mais pobre. Pouco tempo antes, ainda subiu ao palco do Teatro de Wuppertal, cuja companhia de dança dirigia desde 1973. Agora, a sua obra serve de inspiração a 10 bailarinos que a homenageiam pelo contributo que ofereceu à dança contemporânea. No dia 21 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3868" title="A23 / Pina Bausch" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2009/12/Picture-31.png" alt="A23 / Pina Bausch" width="377" height="225" /></p>
<p>Pina Bausch morreu aos 68 anos, em Junho, e a dança ficou mais pobre. Pouco tempo antes, ainda subiu ao palco do Teatro de Wuppertal, cuja companhia de dança dirigia desde 1973. Agora, a sua obra serve de inspiração a 10 bailarinos que a homenageiam pelo contributo que ofereceu à dança contemporânea. No dia 21 de Dezembro, no Fórum Lisboa, às 14h30, Sandro Santos apresenta a sua mais recente coreografia, onde se tentam salientar todas as regras que Pina quebrou, os universos que criou e intensidades artísticas que marcaram a cena da dança e que para sempre vão marcar a história das artes performativas. Os antagonismos da obra coreográfica reflectem não só a admiração que o coreógrafo tem pela artista, mas também a sua técnica e abordagem coreográfica.</p>
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		<title>PEPCC &#8211; Fórum Dança</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 13:37:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vera Mantero apresenta, nos dias 28 e 29 de Novembro, no palco do Grande Auditório da Culturgest, a sua mais recente criação. Com uma novidade: é interpretada pelos alunos que, ao longo de dois anos, frequentaram o Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica – PEPCC. São quinze alunos de oito nacionalidades diferentes que receberam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2491" title="Fórum Dança / A23" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2009/11/Picture-131.png" alt="Fórum Dança / A23" width="313" height="193" /></p>
<p>Vera Mantero apresenta, nos dias 28 e 29 de Novembro, no palco do Grande Auditório da Culturgest, a sua mais recente criação. Com uma novidade: é interpretada pelos alunos que, ao longo de dois anos, frequentaram o Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica – PEPCC. São quinze alunos de oito nacionalidades diferentes que receberam formação de professores e artistas de renome internacional. Agora, estão preparados para mostrar ao público o seu trabalho criativo.Vera Mantero, também professora de Improvisação e Composição Coreográfica durante o PEPCC, dirige agora a última experiência de apresentação deste grupo de alunos.<br />
O Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica – PEPCC é um projecto pedagógico e um projecto artístico. É uma formação avançada e intensiva em dança contemporânea. O PEPCC proporciona um conhecimento e uma prática constantes e inscritos num largo espectro de experiência e de conhecimento artísticos. Contextualiza este trabalho no universo alargado da produção coreográfica ocidental. Encoraja e fornece instrumentos aos alunos para o desenvolvimento de uma postura crítica e reflexiva em relação a si e à realidade criativa actual. Promove cruzamentos com outras artes e esferas do conhecimento.</p>
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		<title>Nocturno</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:43:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 26 de Novembro, no Cine-Teatro Avenida em Castelo Branco, é apresentada a mais recente criação de Luís Carolino. Esta é uma produção do Ballet Contemporâneo do Norte, com concepção e composição coreográfica de Luís Carolino, interpretação e criação de Joana Nossa, Susana Otero, Rui Marques e Elisa Worm, figurinos de Patrícia Costa, desenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2167" title="Picture 1" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2009/11/Picture-1.png" alt="Picture 1" width="307" height="196" /></p>
<p>No dia 26 de Novembro, no Cine-Teatro Avenida em Castelo Branco, é apresentada a mais recente criação de Luís Carolino. Esta é uma produção do Ballet Contemporâneo do Norte, com concepção e composição coreográfica de Luís Carolino, interpretação e criação de Joana Nossa, Susana Otero, Rui Marques e Elisa Worm, figurinos de Patrícia Costa, desenho de luz de João Teixeira, texto de Markus Zusak, «The Book Thief», tradução e texto adicional de Luis Carolino, dramaturgia e adaptação do texto de Luís Carolino e Elisa Worm.<br />
Uma mulher da vida, um homem solitário e uma falsa suicida habitam um espaço vazio. Nocturno assume-se como uma visita à vida destas três personagens guiada pela própria Morte, a quarta personagem em cena, que nos fala a todos na primeira pessoa; fala-nos de si, do seu «trabalho», e de como nos vê. Um olhar muito próprio, implacável, terrível, mas, ao mesmo tempo, quase maternal: uma reflexão sobre esse incrível e improvável grão de tempo que é a nossa vida, o tudo-nada durante o qual somos. Nocturno é uma incursão no nosso lado mais escuro, não necessariamente o nosso lado mais negativo, apenas o mais privado e secreto; o lugar de todos os medos e todas as ternuras, o reino da sensibilidade, da intimidade; o sítio onde nos encontramos com nós próprios.<br />
Luís Carolino nasceu em 1959. Licenciado em Arquitectura pela ESBAL. 1983 Conclui o Curso da Escola de Dança do Conservatório de Lisboa. 1979 É membro fundador do Dança Grupo; e bolseiro da Companhia Nacional de Bailado. 1988 I Prémio no Concurso Jovens Criadores Portugueses. 1990 III prémio no Concurso Internacional de Istres, França. 1984 Com bolsa do Ministério da Cultura, estuda em Nova Iorque com Majory Mussman e Ernest Pagnano. Dança com Carol Fonda &amp; Dancers. 1984/1991  Apresenta-se com o Dança Grupo em Portugal França, Itália, Rússia, Lituânia, Eslovénia. 1993 – Reside em Amsterdão onde trabalha com Ivan Kramer e Benjamin Harkavy, entre outros. 1993/1999 Integra o elenco da Companhia de Olga Roriz actua em Portugal, Brasil, Alemanha e E.U.A. 1999/2000 Integra o corpo docente da ADCS e dirige aulas e ensaios da companhia CêDêCê, em Setúbal. A partir do mês de Setembro de 2000 passa a colaborador efectivo do Ballet Contemporâneo do Norte. Para esta companhia, tem coreografado (Lippin&#8217; Ek e Amanhã Decido, 2000; Teologia da Queda, 2003; e Nocturno, 2008) e leccionado a aula da companhia. Desde que se radicou no norte, lecionou no Centro de Dança do Porto e, mais recentemente, na Academia de Bailado Clássico Pirmin Treku.</p>
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		<title>Nortada, de Olga Roriz</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 09:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estreou em Junho deste ano em Viana do Castelo e continua agora a sua carreira no Teatro Camões em Lisboa, a partir de dia 29 de Outubro. Com direcção, selecção musical e figurinos de Olga Roriz, cenário de Pedro Santiago Cal e desenho de luz de Cristina Piedade, segundo a própria Olga Roriz, “Nortada é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1296" title="Olga Roriz/ A23" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2009/10/siteNORTADA-COR.jpg" alt="Olga Roriz/ A23" width="470" height="273" /></p>
<p>Estreou em Junho deste ano em Viana do Castelo e continua agora a sua carreira no Teatro Camões em Lisboa, a partir de dia 29 de Outubro. Com direcção, selecção musical e figurinos de Olga Roriz, cenário de Pedro Santiago Cal e desenho de luz de Cristina Piedade, segundo a própria Olga Roriz, “Nortada é um espectáculo sobre as memórias dessa minha terra onde nunca vivi mas de que guardo os mais fortes momentos de infância e adolescência. Tudo nessa terra me é familiar, apesar de tanta ser a distância e maior ainda a ausência. Foi exactamente nesse lugar de confronto entre a incontornável distância e a profunda proximidade afectiva que nasceu, se desenvolveu e construiu esta peça. Nortada situa-se num lugar invadido de nostalgia, de saudade, de intimidade&#8221;.</p>
<p>Relembre-se que a coreógrafa foi convidada pela Câmara de Viana do Castelo para produzir um espectáculo comemorativo dos 750 anos do município &#8211; a sua terra natal -, e Olga Roriz instalou uma residência temporária da sua companhia na cidade em Agosto, em plena Romaria da Senhora d&#8217;Agonia. &#8220;Apurar os sentidos&#8221; e &#8220;obter inspiração&#8221; foram os objectivos da equipa liderada por Olga Roriz.</p>
<p>A interpretação é de Catarina Câmara, Cláudia Nóvoa, Rafaela Salvador, Bruno Alexandre e Pedro Santiago Cal.</p>
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