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	<title>A23 Online &#187; Artes</title>
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	<description>Reportagens, Opinião e Notícias de Portugal e do Mundo</description>
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		<title>Morreu o pintor Barata Moura</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 12:27:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Barata Moura]]></category>
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		<description><![CDATA[O pintor Barata Moura faleceu, no domingo, aos 100 anos. A Câmara Municipal do Fundão colocou a bandeira do município a meia haste. Nascido na aldeia histórica de Castelo Novo, concelho do Fundão, no dia 9 de Janeiro de 1911, filho de José Nunes Moura e Maria Gonçalves Barata, o Pintor Barata Moura completou este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/12/Imagem5.png"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/12/Imagem5.png" alt="" title="Barata Moura" width="368" height="236" class="alignnone size-full wp-image-8514" /></a>O pintor Barata Moura faleceu, no domingo, aos 100 anos. A Câmara Municipal do Fundão colocou a bandeira do município a meia haste. Nascido na aldeia histórica de Castelo Novo, concelho do Fundão, no dia 9 de Janeiro de 1911, filho de José Nunes Moura e Maria Gonçalves Barata, o Pintor Barata Moura completou este ano&#8230; 100 anos de vida.</p>
<p>A sua aprendizagem artística foi feita em Lisboa &#8211; na Escola de Artes Aplicadas e na Escola António Arroio &#8211; para onde migrou aos 17 anos. No entanto, fortemente arraigado à sua terra natal, a passagem dos anos e os ares da cidade não desvaneceram os laços de profundo afecto que ligavam o Artista aos víveres modestos das gentes da região onda nascera, não porque aí possuísse bens materiais, mas porque desta recebeu marcada influência vivencial, espiritual, moral e mesmo intelectual, do berço até hoje. Com vasta obra artística, pintou mais de cinco mil telas, entre elas, muitas das paisagens do Fundão e da beira interior. </p>
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		<title>João Pedro Vale lamenta censura a exposição de temática homosexual</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 13:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[João Pedro Vale lamenta censura a exposição de temática homosexual]]></category>

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		<description><![CDATA[O artista João Pedro Vale lamentou hoje &#8220;a atitude de censura&#8221; à temática homossexual da exposição prevista para inaugurar em Lisboa a 02 de setembro, e que acabou por ser cancelada pela Companhia de Seguros Tranquilidade. A exposição intitula-se “P-Town”, e resulta de um projeto conjunto entre João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, resultado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artista João Pedro Vale lamentou hoje &#8220;a atitude de censura&#8221; à temática homossexual da exposição prevista para inaugurar em Lisboa a 02 de setembro, e que acabou por ser cancelada pela Companhia de Seguros Tranquilidade.</p>
<p>A exposição intitula-se “P-Town”, e resulta de um projeto conjunto entre João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, resultado de uma residência artística realizada em Provincetown, nos Estados Unidos, cuja história é marcada por elementos que interessavam aos artistas.</p>
<p>Uma primeira parte do projeto &#8211; que junta a identidade portuguesa, pela emigração proveniente dos Açores, ser um centro artístico e estar ligada à comunidade homossexual &#8211; esteve em exposição em julho, na galeria NurtureArt, em Nova Iorque.</p>
<p>De acordo com João Pedro Vale, a exposição, que deveria inaugurar a 02 de setembro no Espaço Arte Tranquilidade, em Lisboa, estava prevista há meses, na sequência de um convite da galeria Filomena Soares, que o representa.</p>
<p>&#8220;A programação do espaço cultural da companhia de seguros é feita através de galerias de arte, que têm toda a liberdade para convidar os artistas, e servem de intermediários&#8221;, indicou João Pedro Vale, nascido em 1976, licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e representado em várias coleções nacionais e estrangeiras.</p>
<p>Como a galeria estava fechada em agosto, foi o artista que contactou diretamente com o departamento de marketing da seguradora, onde apresentou as imagens promocionais com uma imagem fálica de um fanzine que faz parte da exposição, e &#8220;provocou uma reação embaraçosa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Disseram-me que por ser uma instituição muito conservadora, não seria aquela a imagem mais indicada para promover a exposição. Então sugeri que vissem as peças que eu queria apresentar&#8221;, relatou à Lusa.</p>
<p>Depois de conhecer o conteúdo da exposição criada pelo artista, a companhia acabou por propor ao artista que apresentasse &#8220;outro projeto porque aquele, dada a temática subjacente, ía contra os valores promovidos pela instituição&#8221;.</p>
<p>João Pedro Vale recusou, sustentando que a ideia era moldar o trabalho artístico “em função dos interesses da empresa&#8221; e sente-se &#8220;pessoalmente atingido&#8221; porque considera que a sua função como artista é &#8220;levantar as questões&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ficou muito claro que foi uma questão de censura&#8221;, concluiu, referindo que esta não é a primeira vez que o seu trabalho é alvo deste tipo de postura porque &#8220;há muitas formas, menos explícitas, de censurar&#8221;.</p>
<p>A companhia de seguros &#8220;tem todo o direito de recusar, mas lamento que tenha esta atitude. Seria mais interessante lidar com uma discussão em torno da temática, em vez de nem sequer darem hipótese de a mostrar&#8221;.</p>
<p>A Lusa contactou diretamente o departamento de marketing e comunicação da Tranquilidade, mas fonte ligada à empresa indicou que será divulgado um comunicado durante a tarde de hoje.</p>
<p>AG.</p>
<p>Lusa/fim.</p>
<p><a href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/08/20110825-145015.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/08/20110825-145015.jpg" alt="20110825-145015.jpg" class="alignnone size-full" /></a></p>
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		<title>Museu Cargaleiro abre ao público na sexta-feira</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 11:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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		<description><![CDATA[O Museu Cargaleiro, em Castelo Branco, vai abrir as suas portas ao público na próxima sexta-feira, pelas 17H30, disse o presidente da Câmara local, Joaquim Morão. O novo espaço, de três pisos, situado na Praça Académica, reúne toda a obra do mestre Manuel Cargaleiro e foi inaugurado, em junho, pelo Presidente da República. Para Joaquim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/07/cargaleiro.jpg"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/07/cargaleiro.jpg" alt="" title="cargaleiro" width="400" height="263" class="alignnone size-full wp-image-8238" /></a>O Museu Cargaleiro, em Castelo Branco, vai abrir as suas portas ao público na próxima sexta-feira, pelas 17H30, disse o presidente da Câmara local, Joaquim Morão. O novo espaço, de três pisos, situado na Praça Académica, reúne toda a obra do mestre Manuel Cargaleiro e foi inaugurado, em junho, pelo Presidente da República.<span id="more-8237"></span></p>
<p>Para Joaquim Morão, “o Museu Cargaleiro é um excelente instrumento de promoção de Castelo Branco”.</p>
<p>O investimento na obra foi de 600 mil euros e foi financiada pela Secretaria de Estado do Turismo.</p>
<p>Castelo Branco já tinha a funcionar, em instalações próximas das atuais, um pequeno museu dedicado à obra de Manuel Cargaleiro, o qual agora vai receber diferentes exposições temporárias do mestre.</p>
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		<title>Américo Rodrigues recebe medalha de mérito do Ministério da Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2011 12:12:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O diretor do Teatro Municipal da Guarda (TMG), Américo Rodrigues, 49 anos, vai ser homenageado pelo Ministério da Cultura com a atribuição da Medalha de Mérito Cultural, pelo contributo para o desenvolvimento cultural da região. O governador civil da Guarda, Santinho Pacheco, disse hoje à Lusa que a distinção será entregue na Guarda, na noite de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/04/481.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-8022" title="481" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/04/481.jpg" alt="" width="460" height="333" /></a>O diretor do Teatro Municipal da Guarda (TMG), Américo Rodrigues, 49 anos, vai ser homenageado pelo Ministério da Cultura com a atribuição da Medalha de Mérito Cultural, pelo contributo para o desenvolvimento cultural da região.<span id="more-8021"></span> O governador civil da Guarda, Santinho Pacheco, disse hoje à Lusa que a distinção será entregue na Guarda, na noite de segunda-feira, dia 25 de abril, quando o TMG assinala o sexto aniversário, numa cerimónia que contará com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas. A cerimónia irá decorrer no café concerto daquele complexo cultural, no final de um espetáculo com o cantor Pedro Abrunhosa, indicou. Santinho Pacheco referiu que propôs à ministra da Cultura a atribuição da Medalha de Mérito Cultural a Américo Rodrigues, atendendo ao trabalho desenvolvido “ao serviço da cultura”. “O Américo Rodrigues é uma figura incontornável da cultura, na Guarda, e a cultura para a Guarda é uma atividade estratégica, particularmente a partir do momento em que foi inaugurado o novo TMG”, justificou. Acrescentou que o homenageado “marcou o rumo” da opção da Guarda pela cultura, afirmando a cidade no contexto regional e nacional “por um bom motivo”. Santinho Pacheco diz tratar-se de uma homenagem “justa”, que Américo Rodrigues, que nasceu na Guarda, “bem merece”, pelo papel cultural desenvolvido ao longo de trinta anos. Para além de diretor do TMG, o galardoado é poeta sonoro, ator, escritor, encenador e programador de eventos culturais. ASR.</p>
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		<title>Morreu Malangatana, o homem que pintava pessoas</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 12:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pintor moçambicano Malangatana morreu aos 74 anos às 03:30 no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, vítima de doença prolongada, segundo a direção do hospital. O pintor, de 74 anos, encontrava-se internado há vários dias naquele estabelecimento. Malangatana vendeu os primeiros quadros há 50 anos e com o dinheiro arranjou uma casa e foi buscar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_7897" class="wp-caption alignnone" style="width: 470px"><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2011/01/Malangatana.jpg" alt="" title="Malangatana" width="460" height="345" class="size-full wp-image-7897" /><p class="wp-caption-text">Fotografia de Margarida Dias</p></div>O pintor moçambicano Malangatana morreu aos 74 anos às 03:30 no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, vítima de doença prolongada, segundo a direção do hospital.  O pintor, de 74 anos, encontrava-se internado há vários dias naquele estabelecimento. Malangatana vendeu os primeiros quadros há 50 anos e com o dinheiro arranjou uma casa e foi buscar a família para Maputo. Meio século depois, morreu um homem do mundo, um amigo de Portugal e um dos moçambicanos mais famosos. <span id="more-7896"></span><br />
Malangatana Valente Ngwenya nasceu a 06 de junho de 1936 em Matalana, uma povoação do distrito de Marracuene, às portas da então Lourenço Marques, hoje Maputo. Foi pastor, aprendiz de curandeiro (tinha uma tia curandeira) e mainato (empregado doméstico).</p>
<p>A mãe bordava cabaças e afiava os dentes das jovens locais (uma moda da altura), o pai era mineiro na África do Sul. Com a mãe doente e um pai ausente, Malangatana foi viver com o tio paterno e estudou até à terceira classe. Só. Aos 11 anos começou a trabalhar porque já era “adulto” e podia fazer tudo, de cuidador de meninos a apanha-bolas no clube de ténis.</p>
<p>Nos últimos 50 anos foi também muito mais do que pintor. Fez cerâmica, tapeçaria, gravura e escultura. Fez experiências com areia, conchas, pedras e raízes. Foi poeta, ator, dançarino, músico, dinamizador cultural, organizador de festivais, filantropo e até deputado, da FRELIMO, partido no poder em Moçambique desde a independência.</p>
<p>Ainda que o seu lado político seja o menos conhecido, Malangatana chegou a estar preso, pela PIDE, acusado de pertencer ao então movimento de libertação FRELIMO, sendo libertado ao fim de 18 meses, por não se provar qualquer vínculo à resistência colonial.</p>
<p>Na verdade Malangatana viveu parte da sua adolescência junto dos colonos portugueses, os mesmos que o iniciaram na pintura, primeiro o artista plástico e biólogo Augusto Cabral (morreu em 2006) e depois o arquiteto Pancho Guedes.</p>
<p>Augusto Cabral era sócio do Clube de Ténis, onde trabalhava um tio do pintor. “Um apanha-bolas nas partidas de ténis era um tal Malangatana Ngwenya (crocodilo), que, no fim de uma tarde de desporto, se acercou de mim para me pedir se, por acaso, eu não teria em casa um par de sapatilhas velhas que lhe desse”, contou Augusto Cabral em 1999.</p>
<p>O pintor iria “nascer” nessa noite, quando Malangatana foi a casa de Augusto Cabral e o viu a pintar um painel. “Ensine-me a pintar”, pediu. E Augusto Cabral deu-lhe tintas, pincéis e placas de contraplacado. “Agora pinta”, disse ao jovem, ao que este perguntou: “pinto o quê?”. “O que está dentro da tua cabeça”, respondeu Augusto Cabral.</p>
<p>O jovem viria a ter também o apoio de outro português, o arquiteto Pancho Guedes, que lhe disponibilizou um espaço na garagem de sua casa de Maputo e lhe comprava dois quadros por mês, a preços inflacionados. Em poucos meses Malangatana quis fazer uma exposição e foi, para espanto confesso de Augusto Cabral, um enorme sucesso.</p>
<p>Nas pinturas, nessa altura e sempre, Matalana, onde nasceu e cresceu e onde frequentou a escola da missão suíça de até à segunda classe. Menino pastor, agricultor, caçador de ratos com azagaia, viria a estudar só mais um ano. Fica-lhe Matalana no pincel, a opressão colonial, a guerra civil. A paz reflecte-se numa pintura mais otimista e nos últimos anos foi um carácter mais sensual que a caracterizou.</p>
<p>E sempre o quotidiano. “Há sempre um manancial de temas a abordar. São os acontecimentos do mundo, às vezes tristes, outras alegres, e eu não fico indiferente. Seja em Moçambique, ou noutra parte do mundo, a dor humana é a mesma&#8221;, disse numa entrevista à Lusa, ainda recentemente.</p>
<p>Já homem, com a pintura como profissão, confessou ao jornalista Machado da Graça que sentia grande aproximação com os artistas portugueses desde os anos 70, quando foi pela primeira a Portugal, como bolseiro da Gulbenkian.</p>
<p>Entre 1990 a 1994 foi deputado da FRELIMO e ao longo de décadas ligado a causas sociais e culturais. Foi um dos criadores do Museu Nacional de Arte de Moçambique, dinamizador do Núcleo de Arte, colaborador da UNICEF e arquiteto de um sonho antigo, que levou para a frente, a criação de um Centro Cultural na “sua” Matalana.</p>
<p>E exposições, muitas, em Moçambique e em Portugal mas também mundo fora, na Alemanha, Áustria e Bulgária, Chile, Brasil, Angola e Cuba, Estados Unidos, Índia… Tem murais em Maputo e na Beira, na África do Sul e na Suazilândia, mas também em países como a Suécia ou a Colômbia.</p>
<p>Contando com as obras em museus e galerias públicas e em coleções privadas, Malangatana vai continuar presente praticamente em todo o mundo, parte do qual conheceu como membro de júri de bienais, inaugurando exposições, fazendo palestras, até recebendo o doutoramento honoris causa, como aconteceu recentemente em Évora, Portugal.</p>
<p>Foi nomeado Artista pela Paz (UNESCO), recebeu o prémio Príncipe Claus, e de Portugal levou também a medalha da Ordem do Infante D.Henrique. Em Portugal morreria também o pastor, mainato e pintor. Malangatana. Valente.</p>
<p>Retrato do mestre:</p>
<p>Perfil</p>
<p>Malangatana Valente Ngwenya nasceu a 6 de Junho de 1936, em Matalana, a 40 km de Maputo, Moçambique. Estudou na escola da missão suíça de Matalana e na missão católica de Ntsindya. Frequentou o Núcleo de Arte e a escola industrial em Maputo e foi bolseiro da Gulbenkian ainda antes da independência de Moçambique. Foi apanhador de bolas, pastor de gado, empregado de bar. Aprendeu tudo o que pôde e lutou pela independência do seu país. Foi preso e torturado, mas o mundo acolheu-o como um dos seus melhores artistas.Viajou por todo o mundo, foi condecorado e recebeu o título de doutor honoris causa. Foi declarado Artista pela Plaz, pela UNESCO. A Fundação a que deu o seu nome, em Matalana, e para a qual tinha o sonho que esta se transforme num pólo internacional de estudos de arte.</p>
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		<title>Morreu Carlos Pinto Coelho</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 22:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O antigo jornalista da RTP, apresentador do programa cultural &#8220;Acontece&#8221;, morreu esta noite vitima de ataque cardíaco. Carlos Pinto Coelho nasceu em 1944 e iniciou a actividade de jornalista em moçambique. Foi comendador da ordem de D. Afonso Henriques e foi varias vezes premiado ao longo da sua carreira. Carlos Pinto Coelho começou a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7835" title="Carlos Pinto Coelho" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/12/Imagem3.png" alt="" width="423" height="527" /> O antigo jornalista da RTP, apresentador do programa cultural &#8220;Acontece&#8221;, morreu esta noite vitima de ataque cardíaco. <strong>Carlos Pinto Coelho</strong> nasceu em 1944 e iniciou a actividade de jornalista em moçambique. Foi comendador da ordem de D. Afonso Henriques e foi varias vezes premiado ao longo da sua carreira. Carlos Pinto Coelho começou a sua carreira de jornalista no Diário de Notícias, tendo sido saneado, no verão quente. Director de programas e de informação na RTP, fez desta profissão uma paixão.</p>
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		<title>TANZ IM AUGOST/ Dança em Agosto</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 02:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ana Trincão e João Bento (Berlim) &#8211; Como o nome do festival indica Agosto é um mês dedicado à dança em Berlim, à dança e a toda a actividade cultural que a cidade acolhe incessantemente. Mas em Berlim há dança em Agosto. A circulação entre os vários locais que acolheram o evento foi em si [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7613" class="wp-caption alignnone" style="width: 470px"><img class="size-full wp-image-7613" title="Tanz Im Augost. fotografia João Bento/a23" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/11/Imagem1.png" alt="" width="460" height="333" /><p class="wp-caption-text">REHEARSAL-FROM-JEAN-BAPTISTE-BONILLO-Palimoseste--FRANCE. ©Ana Trincão e João Bento / TANZ IM AUGOST</p></div>
<div id="attachment_7615" class="wp-caption alignnone" style="width: 470px"><img class="size-full wp-image-7615" title="TANZ IM AUGOST" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/11/Imagem21.png" alt="" width="460" height="333" /><p class="wp-caption-text">MAHJONG-DANCEBERLINSHANGHAI. ©Ana Trincão e João Bento / TANZ IM AUGOST</p></div>
<p>Ana Trincão e João Bento (Berlim) &#8211; Como o nome do festival indica Agosto é um mês dedicado à dança em Berlim, à dança e a toda a actividade cultural que a cidade acolhe incessantemente. Mas em Berlim há dança em Agosto. A circulação entre os vários locais que acolheram o evento foi em si um acto de reconhecimento geográfico da cidade. Em cada teatro havia um bar que antes ou depois de cada espectáculo proporcionava um encontro ou um reencontro entre os curiosos, amantes e profissionais interessados numa saudável “informalidade” tão característica de Berlim.<span id="more-7612"></span><br />
O Tanz im Augost completou 22 anos de existência, aconteceu entre 19 de Agosto a 3 de Setembro, na capital alemã. Foram apresentadas 38 produções oriundas de 19 países, filmes, workshops, conversas, palestras e concertos: No T.I.A. a dança fez-se no palco mas também no debate e na troca de ideias entre criadores e o público, um contexto que permitiu compreender o que de mais actual se faz e se pensa nas artes performativas.<br />
Na edição de 2010 os curadores Ulrike Becker, Pirkko Husemann e André Theriault, propuseram como foco orientador “A ética na existência humana” e a “Historia da Dança” dando especial atenção aos jovens criadores. Existiu um cuidado por parte da equipa em afirmar que a temática surge da observação das questões com que os artistas se ocupam actualmente. A Dança hoje não se cinge apenas à produção de experiências estéticas, os trabalhos cada vez mais reflectem a consciência social e politica dos seus criadores.</p>
<p>“Manta” de Héla Fattoumi e Éric Lamoureux(F R), apresentam um conjunto de imagens que questionam a autonomia de um corpo submetido à utilização do véu Islâmico .Para os criadores, o hijab, representa a  limitação do  corpo como meio de comunicação generalizado.<br />
O Les Ballets C de la B de Alain Platel e Frank Van Laecke (BE) apresentou “Gardénia”, uma performance sobre esperança e ilusões perdidas. Os coreógrafos abordam as questões de género, reunindo em cena a actriz Vanessa Van Durme, nascida homem, interpretes que nasceram mulheres e se tornaram homens e outros homens que passaram parte  da sua vida como mulheres. Uma viagem sobre a existência entre os géneros.</p>
<div id="attachment_7618" class="wp-caption alignnone" style="width: 857px"><img class="size-full wp-image-7618" title="TANZ IN AUGOST" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/11/Imagem3.png" alt="" width="847" height="633" /><p class="wp-caption-text"> REHEARSAL FROM JEAN BAPTISTE BONILLO Palimoseste  FRANCE. ©Ana Trincão e João Bento / TANZ IM AUGOST</p></div>
<p>Em “Tempest: without a Body” pela companhia Mau, Homens, animais, canções e cerimonias, são organizados pelo reconhecimento que tudo está em relação e nada existe em total independência. Lemi Ponifasio,(NZ) apresentou um trabalho que reflecte o ecletismo  do seu imaginário. Uma peça repleta de imagens simbólicas  que oscilam entre a escuridão e a luz evocando noções de liberdade e consciência.</p>
<p><strong>O Sommerbar em Podewil foi o ponto de encontro diário</strong><br />
Um buffet , um jardim, um balcão com livros, várias publicações disponíveis para consulta. Foi em PodeWill  lançada a  segunda edição da “The Swedish Dance History,” um projecto do colectivo, IMPEX.<br />
”The Swedish dance history” (A história da dança Sueca), não representa uma nação, mas uma forma de expressão. A publicação que na sua génese questiona as formas de deciminação do conhecimento e a sistematização e institucionalização da historia como poder de total referência. Um projecto com uma filosofia editorial particular, sem prefacio, nem índice, nasce de uma chamada aberta e resulta da responsabilidade a quem a ela responde, no conteúdo e na forma.</p>
<div id="attachment_7620" class="wp-caption alignnone" style="width: 855px"><img class="size-full wp-image-7620" title="Tanz IM Augost" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/11/Imagem4.png" alt="" width="845" height="634" /><p class="wp-caption-text">REHEARSALFROM-Nele Suisalu. ©Ana Trincão e João Bento / TANZ IM AUGOST</p></div>
<p><strong>Como é que a dança de hoje se relaciona com a sua história?</strong><br />
No trabalho de Olga de Soto (BE) “An Introduction”, (Uma introdução), a artista reúne os vestígios deixados ao longo de 80 anos, pela aclamada peça de Kurt Jooss “Der Grüne Tisch” reposta continuamente desde a altura da sua criação em 1932. De Soto num formato de lecture performance, apresenta factos e documentos que questionam a possibilidade da reprodução de peças de dança.<br />
Merce Cunnigham, falecido em Julho de 2009, é homenageado  em “50 Anos de Dança” de  Boris Charmatz(FR).O coreógrafo transforma o arquivo de fotografias de David Vaughn sobre o trabalho de Merce Cunningham em movimento. Em cena, estão antigos bailarinos da companhia, uma temperatura de luz branca marca fortemente os contornos dos seus corpos. Bem visível um livro aberto de grande dimensão junto dos técnicos do espectáculo, as páginas são viradas à semelhança das posições dos intérpretes, a dança desenrola-se durante hora e meia ao cuidado sonoro de Olivier Renouf, um grande momento do festival.</p>
<div id="attachment_7621" class="wp-caption alignnone" style="width: 855px"><img class="size-full wp-image-7621" title="Tanz IM augost" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/11/Imagem5.png" alt="" width="845" height="633" /><p class="wp-caption-text"> EHEARSAL-FROM-JACKO-SIOMPO-Animal-Pop-Workshop--JAKARTAWESTPAPUA. ©Ana Trincão e João Bento / TANZ IM AUGOST</p></div>
<p>Jérôme Bel(FR) também homenageou Cunningham em ”Cédric Andrieux”. O quinto retrato da série que iniciou em 2004,  a abordagem ao trabalho de Merce, tem base na experiência pessoal e profissional  de um bailarino que integrou a sua companhia durante 10 anos. O corpo de Andrieux executa as suas memórias, e revela as suas inquietações como profissional e homem.</p>
<p>Uma nova geração de criadores esteve representado em grande numero no festival. A dupla Ampe (BE), Garrido (PT), apresentaram a sua recente colaboração “Still standing you”.Uma paródia séria, extremamente física onde a colaboração efectiva é o motor da peça. Ampe e Garrido dependem literalmente um do outro para sobreviverem à dura fiscalidade a que se propuseram. Neste dueto essa dependência gera um espaço de singular intimidade.<br />
T.I.A. acolheu ainda pelo segundo ano consecutivo o “Looping”, uma plataforma de produção e integração de coreógrafos emergentes no circuito das artes performativas internacional. O projecto foi iniciado pela Uze dance, co-financiado pela TanzWerkstatt Berlim e o Espaço do Tempo (PT) tendo como parceiro  o Kanuti Gildi  SAAL na Estónia.</p>
<div id="attachment_7622" class="wp-caption alignnone" style="width: 855px"><img class="size-full wp-image-7622" title="Imagem6" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/11/Imagem6.png" alt="" width="845" height="633" /><p class="wp-caption-text"> REHEARSAL FROM TANZCOMPAGNIE RUBATO MAHJONG DANCEBERLINSHANGHAI. ©Ana Trincão e João Bento / TANZ IM AUGOST</p></div>
<p>Nos dias 29, 30 e 31 de Agosto os artistas Begum Erciyas (TR/BE), “Ballroom”, Melanie Lane (DE),  “Tilted Fawn”, Marko Milic (SP), “Series”, Nele Suisalu (EE), “Home (lessness) Sickness”, Jean-Baptiste Bonillo (FR), “Palimpseste” e o português Vitor Hugo Pontes com “Rendez-Vous” apresentaram os projectos desenvolvidos no âmbito desta plataforma.</p>
<p>O consagrado festival de dança apresentou ainda , William Forsythe e Kendall Thomas(BE/US), Meg Stuart(DE/BE) e Philipp Gehmacher(AT) , Xavier Le Roy(FR) , Jecko Siompo(ID), Irina Muller(DE) , Les Slovaks Dance Collective(BE), Tanzcompagnie Rubato e Mahjong dance(CN/BE),  Eszter Salamon(BE/DE), enter outros numa programação cuidada e eclética que reflectiu  o que de mais actual se produz nas artes performativas.</p>
<p>Mais informações sobre o festival em <a href="http://www.tanzimaugost.de">www.tanzimaugost.de</a></p>
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		<title>Morreu o escultor Carlos Amado</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 23:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carlos Amado escultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Amado morreu ontem, dia em que completou 74 anos. Escultor e professor de Museologia da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Carlos Amado foi discípulo do escultor de Barata Feyo e Joaquim Correia. Para hoje estava prevista uma comunicação sua, na Academia Nacional de Belas Artes. Joaquim Correia, escultor e professor jubilado daquela faculdade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/11/Imagem34.png" alt="" title="Carlos Amado escultor" width="464" height="664" class="alignnone size-full wp-image-7578" />Carlos Amado morreu ontem, dia em que completou 74 anos. Escultor e professor de Museologia da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Carlos Amado foi discípulo do escultor de Barata Feyo e Joaquim Correia. Para hoje estava prevista uma comunicação sua, na Academia Nacional de Belas Artes.<br />
 Joaquim Correia, escultor e professor jubilado daquela faculdade, disse à Lusa lamentar a morte do seu antigo assistente. “Não sabia que tinha morrido mas lamento muito; foi um homem muito dado à escultora e ao ensino e era uma pessoa muito respeitada”, concluiu o escultor, de 90 anos. O corpo de Carlos Amado estará no atelier onde trabalhava, em Lisboa, entre as 15:00 e as 23:00 de hoje. Às 10:45 de quarta-feira será cremado no cemitério do Alto de São João. Nascido em Carcavelos a 01 de novembro de 1936, Carlos Amado foi professor na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa até ter atingido o limite de idade, há quatro anos. Em 1998 passou a integrar a Academia Nacional de Belas-Artes.</p>
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		<title>Exposição, vinho e teatro evocam 140 anos da Covilhã</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Oct 2010 12:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[exposiçao]]></category>
		<category><![CDATA[vinho e teatro evocam 140 anos da Covilhã]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara da Covilhã inaugura este sábado a exposição “140 anos, 140 artistas” no âmbito do 140.º aniversário da elevação da Covilhã a cidade. A mostra vai ser inaugurada às 16H00 na galeria de exposições “Tinturaria”, no Rossio do Rato. Na ocasião será feito o lançamento de um vinho comemorativo do aniversário da cidade, pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/10/Imagem7.png" alt="" title="covilhã" width="400" height="297" class="alignnone size-full wp-image-7411" />A Câmara da Covilhã inaugura este sábado a exposição “140 anos, 140 artistas” no âmbito do 140.º aniversário da elevação da Covilhã a cidade. A mostra vai ser inaugurada às 16H00 na galeria de exposições “Tinturaria”, no Rossio do Rato.<br />
Na ocasião será feito o lançamento de um vinho comemorativo do aniversário da cidade, pela Adega Cooperativa local.<br />
Ainda no sábado, mas às 21H30, vai ser apresentada a peça de teatro “140 anos: Lendas e Sonhos da Covilhã”, pelas companhias ASTA e Aqu’Alma.</p>
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		<title>Recuperação da Academia de Belas Artes pretende colmatar instalações degradadas e insuficientes diz António Valdemar</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 08:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Academia de Belas Artes]]></category>
		<category><![CDATA[António Valdemar]]></category>

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		<description><![CDATA[A propósito das Jornadas Europeias do Património 2010, a Academia Nacional de Belas Artes apresentou hoje o “Projeto de Recuperação em Curso”, que pretende “colmatar” a situação degradada e insuficiente que se vive nas instalações. O Ministério da Cultura e o Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico (IGESPAR) “reconheceram a importância desta instituição” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7354" class="wp-caption alignnone" style="width: 470px"><img class="size-full wp-image-7354" title="António Valdemar" src="http://www.a23online.com/wp-content/uploads/2010/09/foto.jpg" alt="" width="460" height="333" /><p class="wp-caption-text">António Valdemar afirma que recuperação da Academia de Belas Artes pretende colmatar instalações degradadas e insuficientes. Fotografia de Ricardo Paulouro/A23</p></div>
<p>A propósito das Jornadas Europeias do Património 2010, a Academia Nacional de Belas Artes apresentou hoje o “Projeto de Recuperação em Curso”, que pretende “colmatar” a situação degradada e insuficiente que se vive nas instalações. O Ministério da Cultura e o Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico (IGESPAR) “reconheceram a importância desta instituição” e “avançaram” com uma intervenção na sua recuperação, disse à agência Lusa António Valdemar, presidente da Academia.<br />
O gestor salientou três elementos importantes na “recuperação do espólio”: o trabalho que foi feito na Torre do Tombo, que incluía um total de cerca de 100 mil documentos ”que já regressaram à Academia”; a recuperação de algumas peças; e os inventários de pintura e escultura (já concluídos) e de desenho e arquitetura, “ainda em fase de avaliação”.</p>
<p>O acervo guardado na Academia, com milhares de livros desde o século XVI até à primeira metade do século XX, “não pode continuar neste edifício em progressiva degradação, não pode continuar a ser adiada a recuperação”, sob pena de, quando se intervir, “já ser tarde”, alertou António Valdemar.<br />
A reconstrução do edifício “não tem ainda custos definidos e depende do IGESPAR”, informou António Valdemar.<br />
A salvaguarda do património, a atividade pedagógica, o aprofundamento da arte e da arqueologia são atribuições da Academia de Belas Artes, desde a sua origem, há quase duzentos anos, quando foi instituída por Passos Manuel, a 25 de outubro de 1836.</p>
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