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«Crónica do País Relativo – Portugal, minha questão», de Fernando Paulouro Neves na Covilhã

O escritor Manuel da Silva Ramos apresenta o livro

, vai ser apresentado, sexta-feira, dia 22 de Junho, às 21:30,no salão nobre da Câmara Municipal da Covilhã. Apresenta a obra o escrito rManuel da Silva Ramos
«Crónica do País Relativo – Portugal, minha questão», volumeI, editado pela A23 edições, é o novo livro de Fernando Paulouro Neves e reúne uma antologia de crónicas publicadas no “Jornal do Fundão”, nos últimos dezanos. O livro inclui mais de 300 crónicas publicadas pelo autor nos últimos anos.
No prefácio, assinado por Baptista Bastos, pode ler-se:”Fernando Paulouro é um dos grandes jornalistas portugueses, e o seu texto avulta como a associação perfeita do modelo clássico com a imagem devanguarda(…) e se há um jornalista que mereça a nossa confiança inabalável,esse é Fernando Paulouro. Num país que se move sob as mais atrozes superstições, onde analfabetos irrecuperáveis são directores de Imprensa ou ministros de todas as pastas, e no qual muitos «jornalistas» se transformaramem recoveiros do Poder, é sempre com júbilo e, amiúde, com emoção, que assisto à trajectória moral e rigorosamente profissional de Fernando Paulouro.
Fernando Paulouro Neves é natural do Fundão, onde nasceu em1947. Foi chefe de redacção do Jornal do Fundão e é, actualmente, seu Director.Tem colaboração diversa em jornais e revistas, prefaciou livros de ensaio,poesia e de ficção e participou em obras coletivas sobre questões da realidade transfronteiriça, Pertenceu, por diversas vezes, à direcção do Sindicato dosJornalistas e ao Conselho Deontológico, animou debates e participou emconferências, fez parte da Comissão Organizadora das Jornadas da Beira Interi re da Raia Sem Fronteiras. Escreveu, com Daniel Reis, “A Guerra da Mina e os Mineiros da Panasqueira”, é autor do texto dramático “O Foral: tantos Relatos/Tantas Perguntas”, e de um outro “Era uma vez Cerinéu…”. Encontra-serepresentado no volume “Identidades Fugidias”, coordenado pelo Prof. EduardoLourenço e na antologia “A Mãe na Poesia Portuguesa”, organizada por Albano Martins. Publicou o livro de ficção “Os fantasmas não fazem a barba” e “A materna casa da Poesia – sobre Eugenio de Andrade”.(ensaio) e recentemente oconto “Os Olhos do Medo”. Dirigiu e colaborou em variadíssimos Suplementos literários, presidiu ao Teatro das Beiras. Desde 2012 faz parte dos corpossociais da fundação Manuel Cargaleiro.

1 Resposta a “«Crónica do País Relativo – Portugal, minha questão», de Fernando Paulouro Neves na Covilhã”

  1. fefe says:

    Estive la foi d+

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